Reunião de Sacerdotes – (USA) – não deixe de ler!
encaminhado por Luiz Fanchin Júnior
CONCLUSÕES DA REUNIÃO:
·A religião muçulmana, é a que mais cresce em número nos Estados Unidos, especialmente nos grupos minoritários.
·No mês passado, assisti à uma classe de treinamento, para manter as minhas condições de segurança no departamento de prisões do estado.
·Durante a reunião, foram apresentados trêsdos intervenientes que dissertaram sobre o tema: Um sacerdote católico, um pastor protestantee um imã muçulmano, que nos deram diversas explicações. Na minha qualidade de capelão,interessava-me sobretudo o que o imã islâmico diria.
·O imã, fez uma completa e detalhada apresentação da sua religião de base do islamismo, apresentando inclusive alguns vídeos.
·Depois das apresentações, foi concedido um tempo para perguntas e respostas.
·Quando chegou à minha vez, perguntei ao imã:
·Por favor, corrija-me se me equivoco, mas segundo entendo, a maioria dos imãs e clérigos do islão, declararam a “JIHAD” (guerra santa), contra os infiéis de todo o mundo. De modo que matando um infiel, que é ma ordem para todos os muçulmanos, têm assegurado um lugar no céu. Se assim é… pode dar-me uma definição de infiel?
·Sem discutir minhas palavras, o imã disse: “São os não crentes”.
·Questionei: Permita assegurar-me que o entendi bem: A todos os seguidores de Álá, é-lhes ordenado que matem a todo aquele que não é da sua fé, para poderem ir para o céu? Está correto?
·A expressão da sua cara mudou de uma autoridade para a de uma criança apanhada em flagrante a ir à caixa das bolachas. Com ar envergonhado respondeu: ASSIM É!
·Acrescentei: pois bem senhor imã, tenho um verdadeiro problema quando imagino se o Papa Bento XVI ordenasse as todos os católicos que matassem todos os muçulmanos e que o Dr. Stanley ordenasse a todos os protestante que fizessem o mesmo para também poderem ir para o céu…
·O imã ficou mudo.
·Continuei: Também estou com um problema que é ser seu amigo, quando o senhor e os seus colegas, dizem aos seus pupilos que me matem. O que preferiria o senhor: a Álá que lhe ordena matar-me para poder ir para o céu ou a Jesus que me ordena amá-lo, para que eu vá para o céu e que o leve comigo.
·Podia-se ouvir cair uma agulha no chão de tanto silêncio, quando o imã inclinou a cabeça de vergonha.
COM O NOSSO SISTEMA JUDICIAL LIBERAL E POR PRESSÃO DA “ACLU” (Organização Árabe Americana), ESTE DIÁLOGO NÃO SERÁ PUBLICADO.
POR ISSO, ROGAMOS QUE FAÇA CIRCULAR ESTE DIÁLOGO POR TODAS AS SUAS LISTAS PARA O DAR A CONHECER.
Rick Mathes – Capelão de prisões (USA)
“OU VIVEMOS TODOS JUNTOS COMO IRMÃOS OU MORREMOS TODOS JUNTOS COMO IDIOTAS! (Dr. Martin Luther King)
Se eles matam e se matam pela sua fé… porque não enviar este e-mail aos meus amigos e irmãos de fé…




Fernando disse:
fevereiro 8th, 2012
7:38
Não sou muçumano mas não sou injusto. Seria mais justo se quem postou o artigo fizesse uma pesquisa no termo JIHAD. Duvido que um iman ou um mulá comportasse da forma citada no texto. Abaixo, uma definição primária de JIHAD, conforme texto do Google:
“Jihad (em árabe: جهاد, jihād) é um conceito essencial da religião islâmica e significa “empenho”, “esforço”. Pode ser entendida como uma luta, mediante vontade pessoal, de se buscar e conquistar a fé perfeita. Ao contrário do que muitos pensam, jihad não significa “Guerra Santa”, nome dado pelos Europeus às lutas religiosas na Idade Média (por exemplo: Cruzadas). Aquele que segue a Jihad é conhecido como Mujahid.”
A explicação quanto as duas formas de Jihad não está presente no Alcorão, mas sim nos ditos do Profeta Muhammad: Uma, a “Jihad Maior”, é descrita como uma luta do indivíduo consigo mesmo, pelo domínio da alma; e a outra: a “Jihad Menor”, é descrita como um esforço que os muçulmanos fazem para levar a teoria do Islã a outras pessoas.