JOSÉ SERRA X DIL MA - Quem é quem?
Enviado por José Maria Pizarro
O post abaixo é uma primeira versão de uma biografia comparada entre José Serra(PSDB-SP) e Dilma Rousseff(PT-RS), para ser espalhada pelos quatro cantos do Brasil. Não há nenhuma mentira neste levantamento de dados e fatos sobre a vida pública dos dois oponentes. Os Blogs pela Democracia tem o papel de colocar a verdade para o eleitorado médio, aquele que está longe dos blogs políticos. Precisamos, além do nosso trabalho dentro do nosso ambiente, transformar este tipo de post em e-mail, em corrente, em material para orkut, em informação para as redes sociais. Este é o nosso trabalho. Aprimorem esta comparação. Criem a sua própria. Levantem novos dados. O importante é confrontar os dois candidatos. Quando a campanha começar, boa parte do Brasil já vai estar conhecendo José Serra e Dilma Rousseff. Com capacidade de julgar e escolher o que é melhor para o Brasil.
Aí vai, etapa por etapa, a vida dos dois:
José Serra tem 68 anos, é paulista, filho de imigrantes italianos, o pai vendedor de frutas no Mercado Público, foi criado em uma pequena casa quarto e sala, geminada com outras 24, em São Paulo.
Dilma Rousseff tem 62 anos, é mineira, filha de um imigrante húngaro, rico empreiteiro e dono de construtora, proprietário de dezenas de imóveis em Belo Horizonte, foi criada em um grande e espaçoso apartamento em Belo Horizonte.
Somente quando chegou ao Científico, a família Serra mudou-se para um apartamento de dois quartos, alugado. Antes disso, moraram em uma pequena casa em rua de chão batido.
Imóvel não era problema para a rica família Rousseff, que passava férias no Rio e em Guarapari. Um dos espaçosos apartamentos foi cedido para Dilma utilizar, exclusivamente, como esconderijo seguro para os grupos terroristas dos quais participava, de onde saíam para praticar atentados, roubar e seqüestrar.
No início dos anos sessenta, vinculado à política estudantil, Serra foi presidente da União Estadual de Estudantes, de São Paulo, e da União Nacional dos Estudantes, com apoio da Juventude Católica. Democrata, sempre usou o palanque e a tribuna como armas, jamais integrando grupos terroristas e revolucionários manipulados pelo comunismo internacional.
Dilma, por sua vez, neste mesmo período, fazia política estudantil nas escolas mais burguesas de Belo Horizonte. Em 1963, ingressou no curso clássico e passou a comandar uma célula política em uma das mais tradicionais escolas da cidade, onde conheceu futuros companheiros de guerrilha, como o atual prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel.
Em 1964, Serra exilou-se na Bolívia e, posteriormente, na França, retornando ao Brasil em 1965, na clandestinidade. Ainda neste ano, foi para o Chile, onde ficou durante oito anos. Com a queda de Allende, foi para a Itália e, posteriormente, para os Estados Unidos. Teve uma vida extremamente produtiva no exílio, onde adquiriu sólida formação acadêmica, foi professor e consultor.
Em 1964, Dilma começou a conviver com terroristas de esquerda, iniciando a sua carreira como militante na luta armada. Neste período ingressou na POLOP, Política Operária, onde militou até ingressar na universidade.
Em 1967, Serra casou-se com a psicóloga e bailarina Sílvia Mônica Allende, com quem tem dois filhos e dois netos e continua até hoje casado.
Dilma também casou-se em 1967, com o terrorista e guerrilheiro Cláudio Galeno de Magalhães Linhares (”Aurelio”, “Lobato”). Quando o primeiro marido a deixou, para ir cumprir missões em outros países, sequestrando um avião no Uruguai, por exemplo, teve um segundo casamento com Carlos Franklin Araújo, com quem teve uma filha. Desde 2000, não está casada.
Serra interrompeu a sua formação acadêmica em função do exílio, que impediu que seguisse a carreira de Engenheiro. No entanto, no Chile, fez um mestrado em Economia e foi professor de matemática na CEPAL. Posteriormente, nos Estados Unidos, fez mais um mestrado e um doutorado na prestigiada Universidade de Cornell. Tem uma das mais sólidas formações na área no Brasil.
Dilma ingressou em 1967 na faculdade de Ciências Econômicas da UFMG. Ali participou da criação do sanguinário grupo COLINA, Comando de Libertação Nacional. Posteriormente, participou ativamente da fusão entre a COLINA e a VPR, Vanguarda Popular Revolucionária, quando surgiu a violenta VAR-P, Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, responsável por dezenas de crimes contra civis e militares.
Serra permaneceu 10 anos longe do Brasil. Retornou em 1977, dois anos antes da Lei da Anistia, sendo um dos únicos que voltou sem nenhuma garantia de liberdade e ainda com os direitos políticos cassados.
Enquanto isso, Dilma estava na clandestinidade, participando de ações armadas, recebendo treinamento para guerrilha no exterior, ministrado por organizações comunistas internacionais. Aprendeu a usar o fuzil com maestria, especialmente na atividade de montá-lo e desmontá-lo no escuro. Foi presa em 1970, permanecendo nesta condição até 1973.
Em 1978, Serra iniciou a sua carreira política, que este ano completa 32 anos. Neste ano, teve sua candidatura a deputado impugnada, sob a alegação de que ainda estava com os direitos políticos suspensos. Foi admitido como professor de Economia na UNICAMP, onde ficou até 1984.
Em 1973, Dilma Rousseff retomou o curso de Economia na UFRGS, no Rio Grande do Sul, onde estava preso seu segundo marido, Carlos Araújo. Ingressou, junto com o marido, no PDT e recebeu um cargo de estagiária na Fundação de Economia e Estatística, em 1977. Em 1978, Dilma Rousseff começou a fazer o mestrado na UNICAMP e, depois, o doutorado. Durante anos, mentiu em seu currículo que tinha concluído os dois cursos quando, na verdade, mal cursou os créditos, que representa quando muito 10% de um título acadêmico strictu sensu.
Em 1983, Serra iniciou, efetivamente, a sua carreira como gestor, assumindo a Secretária de Planejamento do Estado de São Paulo.
Em 1985, Dilma assumiu a Secretaria Municipal da Fazenda, em Porto Alegre, no governo do pedetista Alceu Collares, com quem tem uma dívida de gratidão. Hoje Collares é conselheiro de Itaipu.
Em 1986, Serra foi eleito deputado constituinte, com a maior votação do estado de São Paulo. Foi o deputado que aprovou mais emendas no processo da Constituinte: apresentou 208 e aprovou 130, uma delas criando o Fundo de Amparo ao Trabalhador. Liderou toda a reformulação orçamentária e de planejamento do país, no período, que começaram a estruturar as finanças brasileiras, preparando-as para o futuro Plano Real.
Dilma saiu da Secretaria da Fazenda de Porto Alegre em 1988, sendo substituída pelo hoje blogueiro Políbio Braga, que afirma: “ela não deixou sequer um relatório, e a secretaria era um caos.”
Serra foi um dos fundadores do PSDB, em 1988. Foi derrotado por Luiza Erundina, do PT, nas eleições para prefeito de São Paulo. Em 1990, foi reeleito deputado federal com a maior votação em São Paulo.
Em 1989, Dilma foi nomeada Diretora-Geral da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, na cota do marido no PDT. Alguns meses depois foi demitida, pois não obedecia horários e faltava a todas as reuniões, segundo Valdir Fraga, o presidente da Casa, à época.
Em 1994, Serra foi um dos grandes apoiadores do Plano Real, mesmo com idéias própria que o indispuseram, por exemplo, com Ciro Gomes. Neste ano, foi eleito senador por São Paulo, com mais de seis milhões de votos. Em seguida, assumiu o Ministério do Planejamento.
Em 1995, Dilma voltou para a FEE, mas como funcionária, já que o PDT havia perdido a eleição. Ali editou uma revista de indicadores econômicos, enquanto tentava acertar o seu “doutorado” na UNICAMP.
Em 1998, José Serra assumiu o Ministério da Saúde, criando os genéricos e o Programa de Combate a AIDS. Criou a ANS e ANVISA. Foi considerado, internacionalmente, como uma referência mundial em gestão na área.
Dilma, em 1998, na cota do PDT, assume a Secretaria de Minas e Energia, no governo petista de Olívio Dutra, eleito governador gaúcho. Vendo que o partido de Brizola estava decadente, Dilma ingressou no PT.
Em 2002, Serra candidatou-se à Presidência, sendo derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva.
Em 2002, Dilma foi nomeada ministra das Minas e Energia do governo Lula, puxando o tapete de Luiz Pinguelli Rosa, mestre em engenharia nuclear e doutor em física, que coordenava o grupo de transição.
Em 2004, Serra elegeu-se Prefeito de São Paulo.
Em junho de 2005, Dilma assumiu o lugar de José Dirceu, o chefe da sofisticada organização criminosa do mensalão, sendo saudada por ele como “companheira de armas e de lutas”, em memória aos tempos da guerrilha.
Em 2006, Serra elegeu-se Governador de São Paulo, cargo que exerce até os dias de hoje. É o candidato natural da oposição à Presidência da República.
De lá para cá, Dilma vem sendo imposta por Lula como a candidata biônica do PT à presidência da república. No dia 20 de fevereiro de 2010, foi ungida, sem nunca ter conquistado um só cargo público pelo voto ou por concurso, a candidata da situação à sucessão de Lula.
Fonte: internet

Celso Luiz Prudente disse:
março 12th, 2010
0:48
Não é engraçado! O sujeito não tem o curso superior no Brasil mas tem o Mestrado feito no Chile…sei, sei…O culpado é o falecido ex-reitor da Unicamp ( José Aristodemo Pinotti) que convalidou interna corporis o Mestrado em Economia do cidadão Serra, para lecionar na Unicamp. Lei, oras LEI.
Fanchin Jr disse:
março 12th, 2010
20:36
O problema não é o curriculum cultural. Na verdade o problema é o curriculum de guerrilha. Não acho o José Serra um ótimo candidato, mas a Filha Dilma p… me parece muito pior. Infelizmente´não temos líderes que possam assumir esta nação abençoada mas que tem um povinho F.D.P. Que saudade do Figueiredo, Geisel, Medice e outros. Podíamos sair às ruas para passear com nossa família, foi um dos melhores momentos da minha vida profissional. O que tenho hoje ganhei honestamente no tempo da tal “ditadura”, onde eu tinha o direito de ir e vir. Hoje não posso sair de casa; os bandidos estão à espreita.
Sérgio disse:
março 25th, 2010
11:18
Não gosto da Dilma, definitivamente, não pelo histórico abaixo, que não conhecia, mas não vejo ela como possível presidente.
Gosto menos ainda do Serra, de quem já ouço falar a muito mais tempo que a Dilma.
Acho a comparação abaixo seria muito valida, se fosse neutra, e não em defesa do Serra.
Faltou dizer que em 2004, quando se candidatou a prefeito de São Paulo, ele PROMETEU que iria cumprir o mandato até o fim, sem sair para disputar a Presidência da Republica, e foi justamente o que fez dois anos depois, deixando a cidade de presente para o atual prefeito Kassab, amigo do Maluf e do Pitta (ta certo que ele até acertou em algumas coisas, mas também errou em outras, mas não é o caso da discussão).
Outra coisa que faltou apontar é que, já prevendo que talvez o povo percebesse que ele não é bom em cumprir promessas, Serra desviou das acusações de atraso na entrega das obras de Expansão do Metrô de São Paulo e do RodoAnel, dizendo que não havia prometido, mas que havia estabelecido metas.
Bom, acho que se justificar para meu chefe que não havia prometido determinado desempenho, que foram apenas apontadas metas, as quais não foram cumpridas, vai ser mais que compreensível ter que passar no RH para pegar a papelada da minha demissão, mas isso só pq sou assalariado, se fosse político eleito, tava tudo certo…
Esse ano acho que não teremos nenhum bom candidato a presidente… Poderíamos todos votar nulo para invalidar a eleição e fazer com que novos candidatos fossem apresentados, mas no Brasil isso não funcionaria.
Que saudades do Enéas …
Jorge disse:
março 25th, 2010
18:52
O Texto a seguir foi retirado do blog do Prof. Hariovaldo:
“O relato abaixo é baseado em fatos reais, não há mentiras. Ele se destina a mostrar de uma forma isenta e imparcial as realizações e o perfil dos dois principais candidatos a presidência da República.
Governos do qual fizeram parte
Serra foi ministro de Fernando Henrique Cardoso, num governo de homens bons, respeitado e admirado no exterior.
Dilma foi ministra de Lula, um governo da gentalha ignara, desqualificado e sem moral junto aos principais líderes mundiais.
Número de Servidores
Na gestão de Serra na pasta do planejamento ele combateu o inchaço da máquina pública, não houve um concurso sequer e os salários de marajás dos funcionários não sofreram aumento durante os 8 anos do governo FHC, deixando de onerar-se assim o erário público, mantendo a austeridade fiscal.
No (des)governo Lula, da qual Dilma fez parte, tem concurso semana sim e a outra também, inchando a máquina administrativa federal, favorecendo a entrada de elementos oriundos da gentalha, baixando ainda mais a qualidade do serviço público. Além disso, foram concedidos vários reajustes eleitoreiros ao funcionalismo, aumentando o déficit do tesouro, um verdadeiro programa de compra de votos dos servidores.
Combate ao gigantismo estatal
No governo FHC, Serra atuou com firmeza no combate ao gigantismo estatal, buscando reduzí-lo ao mínimo possível. Ele se empenhou pessoalmente na privatização das estatais Vale do Rio Doce, Embratel, Sistema Telebrás, etc, bem como participou ativamente da preparação para a privatização da dispendiosa, deficitária e ineficiente Petrobrax.
Já Dilma Roussef, como ministra das minas e energia nada fez para privatizar a deficitária Petrobrás (Petrobrax) e ainda apoiou, como ministra da Casa Civil, a expansão estatizante do Banco do Brasil e da Caixa, ao invés de propor a privatização desses paquidermes estatais consumidores de recursos públicos que nenhum retorno trazem à nação.
Gestão Econômica nas crises internacionais
José Serra, economista competente, atuou no planejamento em plena comunhão com o FMI e o Banco Mundial, alçando a economia brasileira a uma sólida posição de destaque, superando crises com grande maestria.
Dilma e o (des)governo Lula mergulharam o país numa crise infindável, provocaram a quebradeira generalizada, o desemprego em massa e a falência da indústria automobilística, justamente por terem abandonados a supervisão do Banco Mundial e a gerência salvadora do FMI, desprezando uma ajuda valiosa para o país.
Educação
A Educação é uma das vitrines do governo Serra em São Paulo. Durante o seu governo ela foi alçada a um nível muito elevado de qualidade e resultados, superando até mesmo os países da Europa. A implantação do bônus por desempenho somente para os professores merecedores, de acordo com a análise da direção, ao invés do antigo aumento salarial geral, levará a qualidade educacional para um patamar nunca antes visto na história da humanidade, além de evitar que os professores esquerdistas sejam recompensados por sua indolência funcional.
Já Dilma e o governo Lula sucatearam a educação a nível nacional, abrindo dezenas de universidades fajutas e centenas de centros tecnológicos mequetrefes que mais funcionam como centros de doutrinação marxista do que outra coisa.
Segurança pública
A segurança pública paulista sob o governo Serra é um exemplo não só para o Brasil, como para o mundo. Com um dos melhores salários pagos aos policiais e um dos menores índices de corrupção nacional, a segurança pública em São Paulo é coisa de primeiro mundo, tendo capturado vários criminosos internacionais que se escondia no país com a conivência da polícia do Lula.
Já Dilma, no governo Lula, ajudou a transformar a Polícia Federal em uma polícia política para perseguir os homens de bem e ameaçar os que lutam por justiça. Um exemplo desse ultraje dilmista foi a invasão da Daslu, a cruel perseguição ao Daniel Dantas e a prisão dos proprietários do Banco de Santos.
Saneamento
Como grande engenheiro que é, Serra sabe a importância das obras de saneamento básico e, cumprindo suas promessas de campanha, colocou esgoto e água na porta de milhões de pessoas em São Paulo.
Já Dilma emPACou o PAC do saneamento, mandando milhões de reais para debaixo do chão.
Liberdades democráticas
Serra preza pela liberdade de imprensa e valoriza os veículos de comunicação decentes, que não são dominados pelos esquerdistas ou que não fazem o jogo satânico do petismo atroz. Por isso mesmo, comprou milhares de assinaturas da Revista Veja, Jornal Folha de São Paulo e do Estadão para o governo do estado de São Paulo, propiciando uma informação isenta, ética e imparcial, sem a mácula petista, aos funcionários do seu governo.
Inimiga da democracia, a ex-terrorista Dilma persegue a liberdade de imprensa e acusa injustamente a Revista Veja, Jornal Folha de São Paulo e o Estadão de serem parciais e apoiarem José Serra.
Moral e bons costumes
José Serra se casou em 1967, nunca se separou, é fiel a sua esposa e um ótimo pai para seus filhos. Serra, quando ministro da saúde, repreendeu duramente a Xuxa pelo péssimo exemplo que dava às mulheres da nação sendo mãe solteira, atentando contra a moral e os bons costumes e insultando à família cristã.
Já Dilma Roussef se casou e se separou duas vezes, pecando contra as leis divinas pois o que Deus une a mulher não deve separar. Pecadora costumaz, Dilma certamente não tinha a autorização do seu ex-marido para sua atuação política sendo portanto um péssimo exemplo para as mulheres de insubmissão ao poder masculino.
São essas, por enquanto, as comparações adequadas entre a candidata terrorista de Lula e o governador José Serra, que mostram que este último é realmente o brasileiro mais bem preparado para assumir a presidência da República, remindo a nação das hostes satânicas do lullismo e recuperando o prestígio do Brasil no exterior.”
ana disse:
março 30th, 2010
8:25
vc se preocupam se o Serra tem mestrado sem graduação mas não perceberam que oito anos atrás elegemos um presidente semi-analfabeto?
Para mim parace que o fato de que a Dilma ser uma terrorista é infimo para os que comentaram aqui… que pena. Meu voto é do José Serra.
anônimo disse:
março 31st, 2010
22:29
José Maria Pizarro - seu psd-bista declarado, você não conhece história e muito menos política, fazendo propaganda do Serra e deixando de relatar a verdade. FHC vendeu o pais para capital estrangeiro, tirando emprego de muitos trabalhadores brasileiros, que responsabilidade fiscal é essa? Privatizando nosso país? A verdade é, o pais melhorou, voltou a crescer depois de FHC e está no caminho certo.
anônimo disse:
março 31st, 2010
22:36
Fatos são FATOS meus amigos…
- José Maria Pizarro - Os números a seguir foram extraídos do Relatório do Fundo Monetário
Internacional, efetuando-se um comparativo entre o atual Governo Federal e
o anterior. Esses dados podem ser conferidos no endereço:
http://www.imf.org/external/np/sec/pn/20 05/pn05166.htm (Fundo Monetário Internacional)
1 – MÉDIAS BALANÇA COMERCIAL (bilhões de US$)
- FHC (PSDB) (1995/2002): -2,442
- Lula (PT) (2003/2005): +34,420 (recorde)
2 – SUPERÁVIT COMERCIAL (bilhões de US$)
- FHC (1995/2002): -8,7 (déficit)
- Lula (2003/2005): +103,0 (superávit)
3 – RISCO-PAÍS PTS
- FHC (Jan/2002): 1.445
- Lula (Jan/2006): 290 (recorde)
4 – JUROS
- FHC (Jan/2002): 25,00%
- Lula (Jan/2006): 18,00%
5 – INFLAÇÃO
- FHC(2002): 12,5%
- Lula(2005): 5,7%
6 – DÓLAR R$
- FHC (Jan/02): 3,53
- Lula (Jan/06): 2,30
7 – RANKING DO PIB MUNDIAL (PPP) (trilhões de US$)
- FHC (2002): 1,340 -> 10º
- Lula (2004): 1,492 -> 09º
8 – BOVESPA PTS
- FHC (Jan/02): 11.268
- Lula (Jan/06): 35.223 (recorde)
9 – DÍVIDA EXTERNA (bilhões de US$)
- FHC (2002): 210
- Lula (2005): 165 – E caindo mês a mês…
10 – DÍVIDA COM O FMI E COM O CLUBE DE PARIS EM DOLÁR
- FHC (2002): O governo não informou o valor da dívida.
- Lula (2005): 0,00
11 – SALÁRIO MÍNIMO (US$)
- FHC (2002): 56,50
- Lula (2005): 128,20
12 – DESEMPREGO
- FHC (2002): 12,2%
- Lula (2005): 9,6%
13 – TAXA ABAIXO DA LINHA DE PROBREZA
- FHC (2002): O governo não controlava este índice. Segundo dados,
ultrapassava os 35%.
- Lula (2004): 25,1%
Paulo disse:
março 31st, 2010
23:13
A verdede que o governo tucano está a quase 20 anos em São Paulo e nada mudou, ao contrário só piora a cada dia como: enchentes, estradas ruins e altos pedágios, transporte público lotado, caro e de má qualidade, segurança - alto índice de criminalidade-cracolândia em pleno vale do anhangabaú, desvio de quase 1 bilhão de reais na sabesp - que ninguém divulga, hospitais lotados e longa filas de espera, e na educação uma vergonha, sem base estundantil alguma-isso é um crime, as pessoas saem da escola sem base escolar nenhuma para concorrer as disputadas universidades públicas paulistas-é isso que ele quer formar pessoas que não pensam e olhem a realidade para sempre votar nele.Serra você merecia mesmo ficar exilado em outro pais, por que você e seu partido não são brasileiros, só pensão em voces e em privatizar e vender nosso país para capital estrangeiro.
Daniel disse:
abril 1st, 2010
16:21
As pessoas se esquecem que o Governo Lulla foi buscar o Henrique Meirelles no ninho tucano.Pra quem não sabe ele havia sido eleito deputado federal pelo PSDB.Não fosse isso, provavelmente a politica econômica (ou falta dela) deste governo ja teria ido por água abaixo, vide nomes competentes que compuseram nesse (des)governo :
Berzoini,Gushiken, alem dos “Duda Mendonfa” da vida…
.
Auri disse:
abril 3rd, 2010
17:36
Por que omitiram que o Sr. Serra participou do Grupo Terrorista Ação Popular, (que eu preferiria tratar todos os grupos como guerrilheiro)? Esse Grupo Terrorista foi o responsável, inclusive por um dos mais violentos atentados ocorrido durante o golpe militar, no Aeroporto dos Guararapes, tendo causado várias mortes, inclusive de uma criança de 6 anos. O senhor blogueiro que diz só está confrontando os curriculos não mencionou este fato tão importante, já que dá tanto destaque a estas ações quando se trata da Sra. Dilma. Quanto ao Curriculum é bom que fiquem sabendo que o Curriculum de José Serra estava na internet como ele sendo formado, o que é uma mentira. Só foi corrigido quando veio a tona o tal curriculum de Dilma, que vocês tentaram classificar como um escândalo. Já o de Serra, que mentiu sim sobre o seu curriculo, nada foi falado.
Fanchin Jr disse:
abril 4th, 2010
8:22
Acho que o tal “anônimo” ai de cima tem medo de mostrar-se, provavelmente é “cumpanhero” do maior mentiroso que apareceu na face da terra. Não acho o Serra muito bom, mas a Filha Dilma P. é muito pior. Já expressei minha opinião: o melhor tempo em que vivi livre e ganhei honestamente o que tenho foi no governo dos milicos.
Democracia é bom por isso, até os anônimos podem emitir opinião. E não me venha dizer que no governo militar não tinha democracia; eu escrevi muitas críticas contra o governo, criticas honestas e não mentirosas, e nunca fui sequer chamado a atenção.
Riker CMD disse:
abril 5th, 2010
13:15
A verdade mesmo é que Lula ate hoje navega na politica criada pelo FHC kkkkkkkkkkkkkkk
pode falar o que quiser
o que voce ve atualmente é fruto da politica criada anos atras
Lula apenas tira onda dos frutos ….
fazer o que né?
Marcos disse:
abril 5th, 2010
21:36
FHC e seus acessores receberam do presidente Itamar Franco o Brasil já com a inflação controlada e o plano real criado,ou seja FHC não têm mérito algum, aliás se não fosse o Itamar em Minas Gerais, muitas empresas estatais já tinham sido privatizadas, porque FHC e seu partido só tinham isso em mente, ou seja, tirar empregos de muitos funcionários públicos brasileiros.Ao invés de melhorar o sistema, FHC e seus acessores pioraram e ainda afundaram o Brasil duas vezes.Definitivamente a diferença entre FHC e Lula é igual à água e o vinho.
Fanchin Jr disse:
abril 6th, 2010
8:10
A política financeira do Itamar foi implantada pelo seu Ministro da Economia. Talvez fosse bom as pessoas procurarem nos antigos jornais ou na internet quem era o seu ministro. É claro que não foi ele pessoalmente mas a equipe de então, por ele comandada.
Henrique disse:
abril 6th, 2010
22:54
Conhecendo os fatos políticos atuais e os antigos, não há como negar o avanço que o Brasil teve no governo Lula, e isso é mérito apenas do Lula porque ele pegou o Brasil quebrado, endividado com o FMI e muitas coisas sucateadas e abandonadas. O Serra está acabando ainda mais com São Paulo, principalmente na educação, onde alunos saem do ensino médio sem estrutura alguma para enfrentar os vestibulares das Universidades Públicas, como a USP, Unesp, Unicamp,Unifesp,Ita, aliás com o novo programa do governo Lula, muitos estudantes estão tendo acesso as Universidades Federais e vendo seu futuro mudar para melhor. Meu voto é da Dilma, o Serra e o PSDB em geral quer formar pessoas ignorantes para votar sempre neles - BASTA, Brasil rumo ao desenvolvimento, a educação é a base de um país e curiosamente em São Paulo ela é muito ruim, Por que será? Porque o Serra é o governador!!!!Infelizmente. Uma pessoa que não cuida do Estado, vai cuidar do nosso país? Claro que não!!!
Dantas disse:
abril 19th, 2010
13:36
ONDE ESSE BLOG E NEUTRO
PESSOAS QUE UTILIZAM FRASE TERRORISTA (USADO PELA DITADURA MILITAR)
SOMENTE RESSALTOU ASPECTO POSSITIVO DO SERRA (NA VISÃO DELE)
QUEREM COLOCAR SERRA COMO HUMILDE E DILMA COMO BURGUESA NÃO SERIA AO CONTRARIO
RESUMO
NÃO ACREDITE NO QUE ESSE BLOG PUBLICA POIS TUDO E UMA FARÇA E ELES ESTÃO USANDO O TENDENCIONISMO PARA COAGIR AS PESSOAS A VOTAREM NO SERRA
PESQUISE MELHOR E VOCÊS IRÃO PERCEBER QUE NÃO E BEM ASSIM
Dantas disse:
abril 19th, 2010
13:38
VAMOS LEMBRAR QUE E JOSE SERRA:
1 - Conivência com a corrupção
O governo do PSDB tem sido conivente com a corrupção. Um dos primeiros gestos de FHC ao assumir a Presidência, em 1995, foi extinguir, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, instituída no governo Itamar Franco e composta por representantes da sociedade civil, que tinha como objetivo combater a corrupção. Em 2001, para impedir a instalação da CPI da Corrupção, FHC criou a Controladoria-Geral da União, órgão que se especializou em abafar denúncias.
2 - O escândalo do Sivam
O contrato para execução do projeto Sivam foi marcado por escândalos. A empresa Esca, associada à norte-americana Raytheon, e responsável pelo gerenciamento do projeto, foi extinta por fraudes contra a Previdência. Denúncias de tráfico de influência derrubaram o embaixador Júlio César dos Santos e o ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Mauro Gandra.
3 - A farra do Proer
O Proer demonstrou, já em 1996, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para FHC, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais.
4 - Caixa-dois de campanhas
As campanhas de FHC em 1994 e em 1998 teriam se beneficiado de um esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões.
5 - Propina na privatização
A privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de FHC e do senador José Serra e ex-diretor da Área Internacional do Banco do Brasil, é acusado de pedir propina de R$ 15 milhões para obter apoio dos fundos de pensão ao consórcio do empresário Benjamin Steinbruch, que levou a Vale, e de ter cobrado R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar.
6 - A emenda da reeleição
O instituto da reeleição foi obtido por FHC a preços altos. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara.
7 - Grampos telefônicos
Conversas gravadas de forma ilegal foram um capítulo à parte no governo FHC. Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos no BNDES flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil.
8 - TRT paulista
A construção da sede do TRT paulista representou um desvio de R$ 169 milhões aos cofres públicos. A CPI do Judiciário contribuiu para levar o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do Tribunal, para a cadeia e para cassar o mandato do Senador Luiz Estevão (PMDB-DF), dois dos principais envolvidos no caso.
9 - Os ralos do DNER
O DNER foi o principal foco de corrupção no governo de FHC. Seu último avanço em matéria de tecnologia da propina atende pelo nome de precatórios. A manobra consiste em furar a fila para o pagamento desses títulos. Estima-se que os beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor dos precatórios para a quadrilha que comandava o esquema. O órgão acabou sendo extinto pelo governo.
10 - O “caladão”
O Brasil calou no início de julho de 1999 quando o governo FHC implementou o novo sistema de Discagem Direta a Distância (DDD). Uma pane geral deixou os telefones mudos. As empresas que provocaram o caos no sistema haviam sido recém-privatizadas. O “caladão” provocou prejuízo aos consumidores, às empresas e ao próprio governo. Ficou tudo por isso mesmo.
11 - Desvalorização do real
FHC se reelegeu em 1998 com um discurso que pregava “ou eu ou o caos”. Segurou a quase paridade entre o real e o dólar até passar o pleito. Vencida a eleição, teve de desvalorizar a moeda. Há indícios de vazamento de informações do Banco Central. O deputado Aloizio Mercadante, do PT, divulgou lista com o nome dos 24 bancos que lucraram muito com a mudança cambial e outros quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas.
12 - O caso Marka/FonteCindam
Durante a desvalorização do real, os bancos Marka e FonteCindam foram socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão. O pretexto é que a quebra desses bancos criaria risco sistêmico para a economia. Chico Lopes, ex-presidente do BC, e Salvatore Cacciola, ex-dono do Banco Marka, estiveram presos, ainda que por um pequeno lapso de tempo. Cacciola retornou à sua Itália natal, onde vive tranqüilo.
13 - Base de Alcântara
O governo FHC enfrenta resistências para aprovar o acordo de cooperação internacional que permite aos Estados Unidos usarem a Base de Lançamentos Espaciais de Alcântara (MA). Os termos do acordo são lesivos aos interesses nacionais. Exemplos: áreas de depósitos de material americano serão interditadas a autoridades brasileiras. O acesso brasileiro a novas tecnologias fica bloqueado e o acordo determina ainda com que países o Brasil pode se relacionar nessa área. Diante disso, o PT apresentou emendas ao tratado – todas acatadas na Comissão de Relações Exteriores da Câmara.
14 - Biopirataria oficial
Antigamente, os exploradores levavam nosso ouro e pedras preciosas. Hoje, levam nosso patrimônio genético. O governo FHC teve de rever o contrato escandaloso assinado entre a Bioamazônia e a Novartis, que possibilitaria a coleta e transferência de 10 mil microorganismos diferentes e o envio de cepas para o exterior, por 4 milhões de dólares. Sem direito ao recebimento de royalties. Como um único fungo pode render bilhões de dólares aos laboratórios farmacêuticos, o contrato não fazia sentido. Apenas oficializava a biopirataria.
15 - O fiasco dos 500 anos
As festividades dos 500 anos de descobrimento do Brasil, sob coordenação do ex-ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca (PFL-PR), se transformaram num fiasco monumental. Índios e sem-terra apanharam da polícia quando tentaram entrar em Porto Seguro (BA), palco das comemorações. O filho do presidente, Paulo Henrique Cardoso, é um dos denunciados pelo Ministério Público de participação no episódio de superfaturamento da construção do estande brasileiro na Feira de Hannover, em 2000.
16 - Eduardo Jorge, um personagem suspeito
Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência, é um dos personagens mais sombrios que freqüentou o Palácio do Planalto na era FHC. Suspeita-se que ele tenha se envolvido no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista e em superfaturamento no Serpro, de montar o caixa-dois para a reeleição de FHC, de ter feito lobby para empresas de informática, e de manipular recursos dos fundos de pensão nas privatizações. Também teria tentado impedir a falência da Encol.
17 - Drible na reforma tributária
O PT participou de um acordo, do qual faziam parte todas as bancadas com representação no Congresso Nacional, em torno de uma reforma tributária destinada a tornar o sistema mais justo, progressivo e simples. A bancada petista apoiou o substitutivo do relator do projeto na Comissão Especial de Reforma Tributária, deputado Mussa Demes (PFL-PI). Mas o ministro da Fazenda, Pedro Malan, e o Palácio do Planalto impediram a tramitação.
18 - Rombo transamazônico na Sudam
O rombo causado pelo festival de fraudes transamazônicas na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia, a Sudam, no período de 1994 a 1999, ultrapassa R$ 2 bilhões. As denúncias de desvios de recursos na Sudam levaram o ex-presidente do Senado, Jader Barbalho (PMDB-PA) a renunciar ao mandato. Ao invés de acabar com a corrupção que imperava na Sudam e colocar os culpados na cadeia, o presidente Fernando Henrique Cardoso resolveu extinguir o órgão. O PT ajuizou ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal contra a providência do governo.
19 - Os desvios na Sudene
Foram apurados desvios de R$ 1,4 bilhão em 653 projetos da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste, a Sudene. A fraude consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos recebidos do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor) foram aplicados. Como no caso da Sudam, FHC decidiu extinguir o órgão. O PT também questionou a decisão no Supremo Tribunal Federal.
20 - Calote no Fundef
O governo FHC desrespeita a lei que criou o Fundef. Em 2002, o valor mínimo deveria ser de R$ 655,08 por aluno/ano de 1ª a 4ª séries e de R$ 688,67 por aluno/ano da 5ª a 8ª séries do ensino fundamental e da educação especial. Mas os valores estabelecidos ficaram abaixo: R$ 418,00 e R$ 438,90, respectivamente. O calote aos estados mais pobres soma R$ 11,1 bilhões desde 1998.
21 - Abuso de MPs
Enquanto senador, FHC combatia com veemência o abuso nas edições e reedições de Medidas Provisórias por parte José Sarney e Fernando Collor. Os dois juntos editaram e reeditaram 298 MPs. Como presidente, FHC cedeu à tentação autoritária. Editou e reeditou, em seus dois mandatos, 5.491medidas. O PT participou ativamente das negociações que resultaram na aprovação de emenda constitucional que limita o uso de MPs.
22 - Acidentes na Petrobras
Por problemas de gestão e falta de investimentos, a Petrobras protagonizou uma série de acidentes ambientais no governo FHC que viraram notícia no Brasil e no mundo. A estatal foi responsável pelos maiores desastres ambientais ocorridos no País nos últimos anos. Provocou, entre outros, um grande vazamento de óleo na Baía de Guanabara, no Rio, outro no Rio Iguaçu, no Paraná. Uma das maiores plataformas da empresa, a P-36, afundou na Bacia de Campos, causando a morte de 11 trabalhadores. A Petrobras também ganhou manchetes com os acidentes de trabalho em suas plataformas e refinarias que ceifaram a vida de centenas de empregados.
23 - Apoio a Fujimori
O presidente FHC apoiou o terceiro mandato consecutivo do corrupto ditador peruano Alberto Fujimori, um sujeito que nunca deu valor à democracia e que fugiu do País para não viver os restos de seus dias na cadeia. Não bastasse isso, concedeu a Fujimori a medalha da Ordem do Cruzeiro do Sul, o principal título honorário brasileiro. O Senado, numa atitude correta, acatou sugestão apresentada pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR) e cassou a homenagem.
24 - Desmatamento na Amazônia
Por meio de decretos e medidas provisórias, o governo FHC desmontou a legislação ambiental existente no País. As mudanças na legislação ambiental debilitaram a proteção às florestas e ao cerrado e fizeram crescer o desmatamento e a exploração descontrolada de madeiras na Amazônia. Houve aumento dos focos de queimadas. A Lei de Crimes Ambientais foi modificada para pior.
25 – Os computadores do FUST
A idéia de equipar todas as escolas públicas de ensino médio com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata. Os recursos para a compra viriam do Fundo de Universalização das Telecomunicações, o Fust. Mas o governo ignorou a Lei de Licitações, a 8.666. Além disso, fez megacontrato com a Microsoft, que teria, com o Windows, o monopólio do sistema operacional das máquinas, quando há softwares que poderiam ser usados gratuitamente. A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam o edital de compra e a negociata está suspensa.
26 - Arapongagem
O governo FHC montou uma verdadeira rede de espionagem para vasculhar a vida de seus adversários e monitorar os passos dos movimentos sociais. Essa máquina de destruir reputações é constituída por ex-agentes do antigo SNI ou por empresas de fachada. Os arapongas tucanos sabiam da invasão dos sem-terra à propriedade do presidente em Buritis, em março deste ano, e o governo nada fez para evitar a operação. Eles foram responsáveis também pela espionagem contra Roseana Sarney.
27 - O esquema do FAT
A Fundação Teotônio Vilela, presidida pelo ex-presidente do PSDB, senador alagoano Teotônio Vilela, e que tinha como conselheiro o presidente FHC, foi acusada de envolvimento em desvios de R$ 4,5 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Descobriu-se que boa parte do dinheiro, que deveria ser usado para treinamento de 54 mil trabalhadores do Distrito Federal, sumiu. As fraudes no financiamento de programas de formação profissional ocorreram em 17 unidades da federação e estão sob investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério Público.
28 - Mudanças na CLT
A maioria governista na Câmara dos Deputados aprovou, contra o voto da bancada do PT, projeto que flexibiliza a CLT, ameaçando direitos consagrados dos trabalhadores, como férias, décimo terceiro e licença maternidade. O projeto esvazia o poder de negociação dos sindicatos. No Senado, o governo FHC não teve forças para levar adiante essa medida anti-social.
29 - Obras irregulares
Um levantamento do Tribunal de Contas da União, feito em 2001, indicou a existência de 121 obras federais com indícios de irregularidades graves. A maioria dessas obras pertence a órgãos como o extinto DNER, os ministérios da Integração Nacional e dos Transportes e o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas. Uma dessas obras, a hidrelétrica de Serra da Mesa, interior de Goiás, deveria ter custado 1,3 bilhão de dólares. Consumiu o dobro.
30 - Explosão da dívida pública
Quando FHC assumiu a Presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e externa somava R$ 153,4 bilhões. Entretanto, a política de juros altos de seu governo, que pratica as maiores taxas do planeta, elevou essa dívida para R$ 684,6 bilhões em abril de 2002, um aumento de 346%. Hoje, a dívida já equivale a preocupantes 54,5% do PIB.
31 - Avanço da dengue
A omissão do Ministério da Saúde é apontada como principal causa da epidemia de dengue no Rio de Janeiro. O ex-ministro José Serra demitiu seis mil mata-mosquitos contratados para eliminar focos do mosquito Aedes Aegypti. Em 2001, o Ministério da Saúde gastou R$ 81,3 milhões em propaganda e apenas R$ 3 milhões em campanhas educativas de combate à dengue. Resultado: de janeiro a maio de 2002, só o estado do Rio registrou 207.521 casos de dengue, levando 63 pessoas à morte.
32 – Verbas do BNDES
Além de vender o patrimônio público a preço de banana, o governo FHC, por meio do BNDES, destinou cerca de R$ 10 bilhões para socorrer empresas que assumiram o controle de ex-estatais privatizadas. Quem mais levou dinheiro do banco público que deveria financiar o desenvolvimento econômico e social do Brasil foram as teles e as empresas de distribuição, geração e transmissão de energia. Em uma das diversas operações, o BNDES injetou R$ 686,8 milhões na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa.
33 - Crescimento pífio do PIB
Na “Era FHC”, a média anual de crescimento da economia brasileira estacionou em pífios 2%, incapaz de gerar os empregos que o País necessita e de impulsionar o setor produtivo. Um dos fatores responsáveis por essa quase estagnação é o elevado déficit em conta-corrente, de 23 bilhões de dólares no acumulado dos últimos 12 meses. Ou seja: devido ao baixo nível da poupança interna, para investir em seu desenvolvimento, o Brasil se tornou extremamente dependente de recursos externos, pelos quais paga cada vez mais caro.
34 – Renúncias no Senado
A disputa política entre o Senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA) e o Senador Jader Barbalho (PMDB-PA), em torno da presidência do Senado expôs publicamente as divergências da base de sustentação do governo. ACM renunciou ao mandato, sob a acusação de violar o painel eletrônico do Senado na votação que cassou o mandato do senador Luiz Estevão (PMDB-DF). Levou consigo seu cúmplice, o líder do governo, senador José Roberto Arruda (PSDB-DF). Jader Barbalho se elegeu presidente do Senado, com apoio ostensivo de José Serra e do PSDB, mas também acabou por renunciar ao mandato, para evitar a cassação. Pesavam contra ele denúncias de desvio de verbas da Sudam.
35 - Racionamento de energia
A imprevidência do governo FHC e das empresas do setor elétrico gerou o apagão. O povo se mobilizou para abreviar o racionamento de energia. Mesmo assim foi punido. Para compensar supostos prejuízos das empresas, o governo baixou Medida Provisória transferindo a conta do racionamento aos consumidores, que são obrigados a pagar duas novas tarifas em sua conta de luz. O pacote de ajuda às empresas soma R$ 22,5 bilhões.
36 - Assalto ao bolso do consumidor
FHC quer que o seu governo seja lembrado como aquele que deu proteção social ao povo brasileiro. Mas seu governo permitiu a elevação das tarifas públicas bem acima da inflação. Desde o início do plano real até agora, o preço das tarifas telefônicas foi reajustado acima de 580%. Os planos de saúde subiram 460%, o gás de cozinha 390%, os combustíveis 165%, a conta de luz 170% e a tarifa de água 135%. Neste período, a inflação acumulada ficou em 80%.
37 – Explosão da violência
O Brasil é um país cada vez mais violento. E as vítimas, na maioria dos casos, são os jovens. Na última década, o número de assassinatos de jovens de 15 a 24 anos subiu 48%. A Unesco coloca o País em terceiro lugar no ranking dos mais violentos, entre 60 nações pesquisadas. A taxa de homicídios por 100 mil habitantes, na população geral, cresceu 29%. Cerca de 45 mil pessoas são assassinadas anualmente. FHC pouco ou nada fez para dar mais segurança aos brasileiros.
38 – A falácia da Reforma agrária
O governo FHC apresentou ao Brasil e ao mundo números mentirosos sobre a reforma agrária. Na propaganda oficial, espalhou ter assentado 600 mil famílias durante oito anos de reinado. Os números estavam inflados. O governo considerou assentadas famílias que haviam apenas sido inscritas no programa. Alguns assentamentos só existiam no papel. Em vez de reparar a fraude, baixou decreto para oficializar o engodo.
39 - Subserviência internacional
A timidez marcou a política de comércio exterior do governo FHC. Num gesto unilateral, os Estados Unidos sobretaxaram o aço brasileiro. O governo do PSDB foi acanhado nos protestos e hesitou em recorrer à OMC. Por iniciativa do PT, a Câmara aprovou moção de repúdio às barreiras protecionistas. A subserviência é tanta que em visita aos EUA, no início deste ano, o ministro Celso Lafer foi obrigado a tirar os sapatos três vezes e se submeter a revistas feitas por seguranças de aeroportos.
40 – Renda em queda e desemprego em alta
Para o emprego e a renda do trabalhador, a Era FHC pode ser considerada perdida. O governo tucano fez o desemprego bater recordes no País. Na região metropolitana de São Paulo, o índice de desemprego chegou a 20,4% em abril, o que significa que 1,9 milhão de pessoas estão sem trabalhar. O governo FHC promoveu a precarização das condições de trabalho. O rendimento médio dos trabalhadores encolheu nos últimos três anos.
41 - Relações perigosas
Diga-me com quem andas e te direi quem és. Esse ditado revela um pouco as relações suspeitas do presidenciável tucano José Serra com três figuras que estiveram na berlinda nos últimos dias. O economista Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de Serra e de FHC, é acusado de exercer tráfico de influência quando era diretor do Banco do Brasil e de ter cobrado propina no processo de privatização. Ricardo Sérgio teria ajudado o empresário espanhol Gregório Marin Preciado a obter perdão de uma dívida de R$ 73 milhões junto ao Banco do Brasil. Preciado, casado com uma prima de Serra, foi doador de recursos para a campanha do senador paulista. Outra ligação perigosa é com Vladimir Antonio Rioli, ex-vice-presidente de operações do Banespa e ex-sócio de Serra em empresa de consultoria. Ele teria facilitado uma operação irregular realizada por Ricardo Sérgio para repatriar US$ 3 milhões depositados em bancos nas Ilhas Cayman - paraíso fiscal do Caribe.
42 – Violação aos direitos humanos
Massacres como o de Eldorado do Carajás, no sul do Pará, onde 19 sem-terra foram assassinados pela polícia militar do governo do PSDB em 1996, figuram nos relatórios da Anistia Internacional, que recentemente denunciou o governo FHC de violação aos direitos humanos. A Anistia critica a impunidade e denuncia que polícias e esquadrões da morte vinculados a forças de segurança cometeram numerosos homicídios de civis, inclusive crianças, durante o ano de 2001. A entidade afirma ainda que as práticas generalizadas e sistemáticas de tortura e maus-tratos prevalecem nas prisões.
43 – Correção da tabela do IR
Com fome de leão, o governo congelou por seis anos a tabela do Imposto de Renda. O congelamento aumentou a base de arrecadação do imposto, pois com a inflação acumulada, mesmo os que estavam isentos e não tiveram ganhos salariais, passaram a ser taxados. FHC só corrigiu a tabela em 17,5% depois de muita pressão da opinião pública e após aprovação de projeto pelo Congresso Nacional. Mesmo assim, após vetar o projeto e editar uma Medida Provisória que incorporava parte do que fora aprovado pelo Congresso, aproveitou a oportunidade e aumentou alíquotas de outros tributos.
44 – Intervenção na Previ
FHC aproveitou o dia de estréia do Brasil na Copa do Mundo de 2002 para decretar intervenção na Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, com patrimônio de R$ 38 bilhões e participação em dezenas de empresas. Com este gesto, afastou seis diretores, inclusive os três eleitos democraticamente pelos funcionários do BB. O ato truculento ocorreu a pedido do banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunitty. Dias antes da intervenção, FHC recebeu Dantas no Palácio Alvorada. O banqueiro, que ameaçou divulgar dossiês comprometedores sobre o processo de privatização, trava queda-de-braço com a Previ para continuar dando as cartas na Brasil Telecom e outras empresas nas quais são sócios.
45 – Barbeiragens do Banco Central
O Banco Central – e não o crescimento de Lula nas pesquisas – tem sido o principal causador de turbulências no mercado financeiro. Ao antecipar de setembro para junho o ajuste nas regras dos fundos de investimento, que perderam R$ 2 bilhões, o BC deixou o mercado em polvorosa. Outro fator de instabilidade foi a decisão de rolar parte da dívida pública estimulando a venda de títulos LFTs de curto prazo e a compra desses mesmos papéis de longo prazo. Isto fez subir de R$ 17,2 bilhões para R$ 30,4 bilhões a concentração de vencimentos da dívida nos primeiros meses de 2003. O dólar e o risco Brasil dispararam. Combinado com os especuladores e o comando da campanha de José Serra, Armínio Fraga não vacilou em jogar a culpa no PT e nas eleições.
Cleusa Rocha disse:
abril 21st, 2010
12:18
VPR - Vanguarda Popular Revolucionária. Grandes ” Camaradas “. Gente boa ! A morte do Aspirante a Oficial da Força Pública do Estado de São Paulo, Alberto Mendes Jr., a golpes de coronhadas na cabeça,noa Vale do Ribeira, sob o COMANDO do desertor, covarde, assassino - Carlos Lamarca - a senhora Dilma fazia parte deste GRUPO DE EXTERMÍNIO. E a morte do líder dos Bancários, em 1970, Miguel Tolezano: ninguém quer falar? A quem interessava a morte deste líder?
Nelson Valente disse:
abril 21st, 2010
15:55
Carinhosamente, “Português”
Em 21 de abril de 1969 – por estranha coincidência, dia e mês em que Tiradentes foi enforcado -, Mendes foi declarado Aspirante a Oficial da Força Pública do Estado de São Paulo, aos 22 anos de idade. Em 2 de julho de 1969, apresentou-se ao 15.º BPM - Batalhão Policial Militar, onde fora classificado devido a promoção.
Em 15 de novembro de 1969, foi promovido por merecimento intelectual ao posto de 2º Tenente, permanecendo naquela Unidade. Em 06 de fevereiro de 1970, deslocou-se para o Batalhão “Tobias de Aguiar” ao ser transferido por conveniência do serviço.
Logo à chegada, se entrosou com os novos companheiros, que lhe deram o carinhoso apelido de “Português”. Alegre, sempre sorridente, dedicava-se com afinco ao serviço, desempenhando com galhardia todas as missões.
A emboscada
No final de abril de 1970, era descoberto o foco terroristas da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) no Vale do Ribeira, próximo ao Litoral Sul paulista. Tropas do Exército, da Força Aérea, Marinha e Força Pública do Estado de São Paulo, deslocaram-se para aquela região inóspita.Porque os assaltos eram sucessivos, não se tinha garantia de nada, matava-se por qualquer bobagem e corríamos o risco de uma guerra civil.
O 1.º BPM “Tobias de Aguiar”, 7º BPM-Sorocaba ( Batalhão Escola na Formação de Soldados) - foram designados pelo Comando Geral da Força Pública do Estado de São Paulo, para prestar apoio à Companhia Independente com sede na cidade de Registro. Para lá seguiu o tenente Mendes no comando de um pelotão. Todos os policiais-militares daquele e de outro pelotão estavam subordinados ao capitão PM Carlos de Carvalho.
Após uma semana naquela cidade, o capitão recebeu ordens para regressar com um de seus dois pelotões a São Paulo, deixando em Registro apenas o outro, comandado por um dos oficiais à sua escolha. Não houve opção: Mendes apresentou-se e solicitou a permanência. Mais uma prova de sua dedicação ao serviço.
Por volta das 21 horas de 8 de maio, seis terroristas comandados por um desertor, covarde, assaltante, homicida, chamado Carlos Lamarca e atacaram de surpresa um dos postos guarnecidos por oito integrantes do pelotão remanescente, nas proximidades de Sete Barras. Começava uma cilada. Ao saber que aqueles seus soldados estavam feridos, o tenente acorreu ao local para lhes prestar socorro. Era o que os sicários de Lamarca queriam. Haviam mantido sob vigilância os PMs feridos para atrair seus companheiros. Assim, no total, puderam cercar 20 soldados.
Os assassinos
Sob fogo de fuzis FAL e metralhadoras por todos os lados, o tenente Mendes precisava tomar uma decisão: ou ordenava o cessar fogo e entregava-se sozinho, ou morreriam todos. Como autêntico líder, propôs aos gritos que ficaria como refém em troca da vida dos comandados.
No dia seguinte à captura do tenente, dois terroristas perderam-se pelo caminho. O grupo ficou reduzido a cinco elementos e Lamarca considerou os desaparecidos como mortos. Ordenou que o refém pagasse a “traição” com a vida.
Enquanto Ariston Oliveira Lucena e Gilberto Faria Lima vigiavam o prisioneiro, Lamarca, Yoshitane Fujimore e Diógenes Sobrosa de Souza afastaram-se. Constituíram o que chamaram de “tribunal revolucionário” e condenaram o tenente à morte.
Em seguida, Yoshitane Fujimore desferiu-lhe coronhadas de fuzil pelas costas. Caído e com a base do crânio partida, o tenente Mendes gemia e contorcia-se de dor. Diógenes Sobrosa de Souza desferiu-lhe os golpes finais, esfacelando-lhe a cabeça. Ali mesmo, numa pequena vala e com os coturnos ao lado da face ensangüentada, o corpo foi enterrado.
Estes fatos só foram esclarecidos após a prisão do terrorista Ariston Oliveira Lucena, que apontou o local onde os despojos estavam enterrados. As fotografias tiradas do crânio atestam a violência desmedida. Ao saber do que acontecera, a mãe da vítima entrou em estado de choque e ficou paralítica por três anos.
Morte inglória
Descoberto o crime, a VPR – organização baseada na ideologia comunista – emitiu um comunicado “Ao Povo Brasileiro”, onde tenta justificar o covarde e frio assassinato. Dele consta o seguinte trecho:
“A sentença de morte de um Tribunal Revolucionário deve ser cumprida por fuzilamento. No entanto, nos encontrávamos próximos ao inimigo, dentro de um cerco que pôde ser executado em virtude da existência de muitas estradas na região. O tenente Mendes foi condenado e morreu a coronhadas de fuzil, e assim o foi, sendo depois enterrado.”
Alberto Mendes Jr. recebeu promoção “post mortem” a capitão.
Subliminar:
Ninguém pode fugir à História. Clara ou oculta, essa “senhora”, está presente em todos os nossos dias. Sempre considerado importante. Não só ela mas também esse cavalheiro, mais misterioso ainda, sem o qual ela não poderia existir: o Tempo.
Nelson Valente
Professor Universitário, jornalista e escritor
Celso Luiz Prudente disse:
abril 21st, 2010
15:58
Nélson Valente é uma autoridade no assunto: ELE ESTEVE LÁ EM REGISTRO em 1970.
Paulo disse:
maio 11th, 2010
3:18
Os trabalhadores dos Correios lembram bem o que é o governo do PSDB de Serra, em 8 anos de FHC os trabalhadores dos Correios segundo a própria folha de São Paulo que um dos maiores cabos eleitorais de Serra, publicou que nos 8 anos de FHC os trabalhadores tiveram -4% de aumento e no governo Lula 146% em 7 anos, dados de 2008. E para os desavisados o salario do carteiro é de R$ 806,00, antes que alguem ache que os salarios dos trabalhadores dos Correios é um salario milionario, e pasmem na epoca do FHC era praticamente igual a 1 salario minimo, levando em conta que os trabalhadores tem que prestar concurso pois se trata de uma empresa estatal. Sem falar nas demissoes sumarias que sofriamos naquela época e no giverno Lula nao houve demissoes. Eu poderia ficar aqui citando varios exemplos, mas por ser um blog mentiroso eu me recuso a continuar.
vanderley disse:
junho 12th, 2010
21:21
Quanto mais eu ouço de política,mais fico enojado.entrei nessa página para buscar alguma coisa que ajudasse na minha escolha do candidato à presidência.Mas o pouco que li mostrou que o autor do blog não está preocupado em ser imparcial.Mostrou o Serra como um “anjo” e a Dilma como um “demônio”.É difícil conhecer os dois à fundo,tendo em vista que só temos acesso à informações superficiais.
Não posso acreditar em tudo que ouço,somente posso “julgar” pelo passado recente e pelas suas realizações em benefício do país.
Pedro disse:
junho 21st, 2010
21:25
Estas biografias estão erradas!
Anda circulando outra que parece mais confiável.
É só ver neste artigo:A Verdadeira Biografia Comparada: Dilma x Serra
RRR disse:
junho 30th, 2010
16:44
Quaaaaaaaaaquaaaaaaaaaaaaquaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!! Que estória. Nunca ri tanto. Ele disse a verdadeira????? Quaquaquaaaaaaaaaaaaaaa. Valeu……
Nadir Pinto de Arruda disse:
julho 1st, 2010
11:24
O primeiro capítulo já publicado no Programa Conversa Afiada mostra bem for forte o currículo do Serra. Vamos esperar o complemnto desse livro de autoria de Amaury Ribeiro JR.
bruno disse:
julho 19th, 2010
17:34
Com o curriculo desta senhora náo voto nela nem para sindica de meu prédio. Fora petralhas…..