CLUBE ATLÉTICO FERROVIÁRIO –BOCA NEGRA FARIA ANIVERSÁRIO
Enviado por Zé Domingos
Neste 12 de janeiro o Clube Atlético Ferroviário, completaria 80 anos, já que foi fundado em 1.930 diante uma cisão no Britania Sport Clube. O novo clube teve seu inicio em reunião realizada na residência de Ludovico Brandalise. Num momento inicial o Ferroviário, surgiu para reunir os funcionários e os operários da Rede Ferroviária Paraná – Santa Catarina -RVPSC, disputando apenas campeonatos amadores.
Ao levar para as suas fileiras os principais jogadores do Britania, o Clube Atlético Ferroviário, começou a despontar como time competitivo e sobretudo como força popular do futebol de Curitiba. Logo de equipe amadora passou a profissional e nos campeonatos que disputou segundo a pesquisa do Zigmundo Czajkowski, conseguiu oito títulos do Campeonato Paranaense, 1.937, 1.938, 1.944, 1.948, 1.953 (o mais glorioso dos títulos marcado pela passagem do centenário de emancipação política do Estado do Paraná, até hoje os torcedores do Ferroviário, dizem com orgulho “O Campeão do Centenário” e lembram a sua escalação, 1.965 e 1.966.
Lembro muito bem do titulo do Centenário, na decisão contra a Cambaraense e das campanhas de 65 e 66, que como repórter acompanhei de perto. Aliás, desde que cheguei a Curitiba, com dez anos estive ao lado do chamado clube da Rede, o popular “Boca Negra”.
Com a informação dos anos em que o Ferroviário, foi campeão, pesquisei junto ao livro “Futebol do Paraná 100 anos de História”, de autoria de Heriberto Ivan Machado e Levi Mulford Chrestenzen e relacionei os atletas que levaram o tricolor a estas conquistas.
1.937 – Beltrão, Zeca (José Barbosa de Lima Neto, que depois foi destacado arbitro do futebol paranaense) e Alfeu, Bananeiro, Ferreira e Janguinho (famosa intermediária dos irmãos Ferreira, o centro médio Ferreira, também tornou-se arbitro), ainda na linha média como diziam naquele tempo jogaram o Candinho, ele entrou em algumas partidas no lugar de Ferreira e Alexandre, no lugar de Janguinho, Valdomiro, Ari Carneiro, Emédio, que cedeu lugar em algumas partidas para Baiano e Gabardo III, Pivo e Rubens. Ainda participaram o goleiro Russo, Tatinho, Zequinha e Sanin.
1.938 – Os goleiros Francalaci e Zico, Zeca e Alfeu. Bananeiro, Ferreira e Janguinho. Zequinha, Ari Carneiro, Emédio, Pivô e Rubens. Ainda participaram da campanha Alexandre, Tatinho, Baiano, Gabardo III e Mosquito. Os irmãos Ferreira Haroldo (Bananeiro), José (Ferreira) e João (Janguinho) verdadeiros craques que atuaram em várias seleções paranaenses, em 35 jogaram no futebol paulista pelo Santos e foram campeões. Depois foram bi-campeões paranaenses pelo Clube Atlético Ferroviário. Neste ano o campeonato foi disputado por pontos corridos e o Ferroviário, disparou chegando a abrir cinco pontos do mais direto concorrente e como o Boca Negra, se distanciou vários jogos que não influiriam na classificação foram cancelados.
Neste campeonato havia um item no regulamento que não permitia a utilização de jogador que estivesse envolvido em processo criminal e o Coritiba, recorreu a isto para tentar ganhar os pontos de uma partida que tinha perdido para o Ferroviário por dois a um, face o clube da Vila Capanema, ter escalado Mosquito, um jogador vindo de Ponta |Grossa, que tinha uma pendência policial naquela cidade.
O assunto foi levado a julgamento e a decisão foi a marcação de outra partida. No segundo encontro outra vitória tricolor e desta feita por 6 a 4. Um verdadeiro festival de gols. O time do Ferroviário, era muito forte e por isto chegou com sobras ao bi-campeonato.
1.944 – Luiz e Francalaci (goleiros), Zéca e Alfeu. Nelson, Ferreira e Biguá. Zequinha, Ari Carneiro, Emédio, Pivo e Rubens. Ainda participaram Darci, Mosquito, Amazonas. Quito (goleiro) e Baiano.
1.948 – Pianowski, Nelson e Biguá. Tide, Nelsinho e Janguinho. Rosinha, Afinho, Isauldo, Darci e Altevir. Ainda atuaram Rubens, Cujinho, que em fim de carreira vi jogando pelo Poti, inclusive era morador vizinho ao Estádio Capitão Manoel Aranha e além de servir como jogador ajudava de todas as formas, inclusive como massagista do tricolor da Galícia, destaque de nosso futebol suburbano e Jair.
1.953 – Campeões do Centenário – Robertinho, Tico e Marcelino. Lalo, Tocafundo e Alceu. Maurílio, Isauldo, Juarez, Afinho e China, o time base a exceção de Lalo, que entrou no ultimo jogo em lugar de Arnaldo, contundido. Outros Adir e Ferraz (goleiros), Casnock, Eliseu, Zé Carlos, Nelsinho, Ismael, Negro e Bertolli.
Foi neste ano que cheguei a Curitiba e o primeiro jogo que fui assistir Clube Atlético Ferroviário x Cambaraense, na decisão do titulo. O time de Cambará era excelente e tinha um goleiro Bino, verdadeiramente sensacional. Depois soube ter sido goleiro do Coritiba, do Corinthians Paulista e ser de Antonina. Naquele jogo dez fez defesas “milagrosas”. Jogavam pela Cambaraense o goleiro Bino, Carlito e Belacosa. Deolindo, Botina e Augusto. Alceu, Rubens, César Frizzio, Baltazar e Zequinha. Faziam parte do elenco Julinho, Pedrinho e Tonito.
O jogo com o Estádio Durival Brito e Silva, lotado foi vencido pelo Ferroviário por dois a um, numa partida das mais disputadas. O técnico do Ferroviário, o sempre lembrado e querido João Lima e o presidente Armando Prince. Eu que desde Castro, já tinha tendência em torcer pelo Ferroviário, porque contratara o Gildo, jogador do Caramuru, à partir deste dia 28 de novembro de 1.953, me tornei torcedor do Ferroviário e só mudei porque o “Boca” desapareceu. Passei então a torcer pelo Colorado e hoje sou paranista. O Ferroviário, daqueles tempos e depois em 65 e 66, me trás ótimas recordações.
1.965 – Depois de um 64 vergonhoso quando ficou entre os últimos colocados, ao lado do Coritiba e os dois foram eliminados da fase decisiva, no campeonato, em 65, com a ascensão de Hipólito Arzua, a presidência o Ferroviário, voltou a viver momentos de glória e conseguiu o titulo.
O técnico era Geraldo Damasceno (Geraldino) e jogavam Luiz Fernando (Diabo Loiro), Paulista (goleiros), Antenor, Getúlio, Fernando Knaipp, Caçula, Celso, Martins, Juarez, Sarará, Mario Madureira, Paulo Vecchio, Bidio, Humberto, Adilson e Índio. A decisão foi o Grêmio Maringá, que havia vencido o campeonato na chave norte e o Ferroviário, venceu os dois jogos, em Maringá, com o golaço do Mario Madureira, no final da partida por um a zero e depois em Curitiba por três a um. O titulo foi reconquistado por Curitiba, já que estava no norte desde 61.
1.966 – Ferroviário – bi-campeão – Paulista, Antenor, Fernando Knaipp, Caçula, Celso, Martins, Índio, Mário Madureira, Padreco, Bidio, Paulo Vecchio, Jaime, Humberto, Luiz Fernando (goleiro), Getúlio, Pinheiro, Ariel, Albino, Adilson e Sidney, os jogadores campeões. Técnico Geraldino e massagista Osvaldo Massaneiro, um verdadeiro baluarte, pois além de cuidar dos contundidos, dava atenção a todos os setores da equipe, sendo um colaborador dos mais efetivos. Ronald Osti Pereira, outro dirigente destacado nesta conquista que teve mais uma vez a presidência de Hipólito Arzua. Foi o ultimo titulo do querido Clube Atlético Ferroviário.
O Ferroviário, com a conquista do titulo de 66, foi convidado para participar em 67 do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, espécie de campeonato nacional da época e estreou empatando com o Bangu, campeão carioca com a Vila Capanema, num domingo de muita chuva por um a um.
Mesmo com reforços de outras equipes não ganhou nenhum jogo.
Em 1.971, depois de seguidas reuniões dirigentes de Ferroviário, Palestra Itália e Britania, resolveram fazer uma fusão entre os clubes surgindo o Colorado Esporte Clube. Até hoje os torcedores do Ferroviário, não se conformam, entendo que deveria apenas ocorrer a agregação dos bens e ser mantido o nome Ferroviário, que era de grande apelo popular. O Ferroviário, tinha uma torcida forte e entusiasta. Nem todos torcedores do Ferroviário, tornaram-se aficionados do Colorado e o Colorado, ao longo de sua trajetória conseguiu apenas um titulo e ainda foi dividido com o Cascavel, em 1.980.
Foi neste ano que aconteceu o jogo do famoso cai-cai por parte de jogadores do Cascavel e partida foi encerrada face a equipe do interior logo no inicio do segundo tempo ter ficado com seis jogadores. O Colorado, vencia a partida por dois a zero e demonstrava condições de impor uma goleada, daí o cai-cai.
O caso foi parar no Tribunal de Justiça Desportiva. No dia 4 de dezembro, o Tribunal apenou o Cascavel, com a perda dos pontos, parte da renda e multa de duzentos cruzeiros. Nesse mesmo julgamento a Comissão de Sindicância da Federação Paranaense de Futebol, confirmou que as contusões que levaram os jogadores do Cascavel a abandonar o campo de jogo, eram “reais”. Entretanto o titulo só poderia ser homologado através de um ato administrativo da presidência da FPF.
Ai aconteceu uma decisão até hoje contestada e não compreendida especialmente pelos torcedores do Colorado. O presidente Luiz Gonzaga da Mota Ribeiro, que vinha recebendo ao longo do campeonato várias acusações, que quase o obrigaram a renunciar, encontrou uma forma conciliatória: Através do ato presidencial 12-80, declarou Colorado e Cascavel, campeões.
O ato do presidente trouxe repulsa e indignação ao Colorado Esporte Clube. Inclusive o presidente Nelson Vetorello, do Cascavel declarou taxativamente que o Colorado, merecia ficar com o titulo. Foi mais uma página triste do futebol paranaense.
Os jogadores do Colorado, naquele campeonato eram Joel Mendes, Ari Marques, Marião, Larri, Chico Fraga, Nilton, Marinho, Jaiminho, Buião, Jorge Nobre, Freitas, Sidney, Humberto Ramos, Chinho, Ananias, Castor, Mauro, Jarlei, Marçal e Lúcio.
Em 1.990, desapareceu o Colorado e surgiu o Paraná Clube, já que houve a fusão entre Colorado e Pinheiros. No primeiro campeonato o “Tricolor” como era chamado popularmente o novo clube foi o terceiro colocado, mas no ano seguinte conseguia o seu primeiro titulo. Depois foi cinco vezes consecutivas o detentor do titulo, isto de 93 a 97. Nove anos depois o Paraná Clube, voltou a ganhar o titulo estadual, quando José Carlos Miranda, era presidente e estava na vice presidência do clube e do Departamento de Futebol Profissional.
José Domingos Borges Teixeira
(Zé Domingos)




jose carlos de miranda disse:
janeiro 7th, 2010
9:43
ZE. BONITA HISTORIA. REALMENTE FOI UM ERRO A FUSAO. DEVERIA TER HAVIDO A INCORPORACAO. EU COMO PALESTRINO CONCORDARIA. E BOM LEMBRAR, PARA EVITAR NO FUTURO NOVOS ERROS. QUE HAVIA PRECONCEITO COM O NOME FERROVIARIO DA PARTE DE ALGUNS BURGUESES. OS MESMOS QUE HOJE NAO QUEREM QUE SE USE O GRITO DE GUERRA= BOCA NEGRA= UM ABRAÇO. PROF. MIRANDA
Jorge disse:
janeiro 8th, 2010
15:33
Foi ótimo o seu relato e me permitiu lembrar que o grande clássico do futebol paranaense na minha infância era Coritiba X Ferroviário.
Nunca é tarde para se acertar: se eu fosse dirigente tricolor, proporia a volta do nome e das cores do Clube Atlético Ferroviário.
Tricolaço disse:
fevereiro 13th, 2010
2:16
Bacana a história, nao acompanhei os tempos do CAF mas gosto dos times antecessores que formaram o grande Paraná Clube. Só nao acho legal confundir o passado com o presente. E Miranda, a reforma que o senhor fez na Vila ficou “excelente” hein? Eu se fosse você teria vergonha do que fez.
HILDEBRANDO MAGNO REBELLO FILHO disse:
fevereiro 16th, 2010
8:02
JOSÉ DOMINGOS,
GOSTARIA QUE CONFIRMASSE, MAS PARECE-ME QUE O PADRECO JOGOU NO CORITIBA EM 1966, CAMPEÃO PELO ÁGUA-VERDE EM 1967 E EM 67 MESMO FOI PARA O FERROVIÁRIO PARA DISPUTAR O ROBERTÃO, ONDE O FERROVIÁRIO CONSEGUIU AINDA LEVAR O RENATINHO E PEDRO ALVES DO ATLÉTICO PARANAENSE.
ABRAÇO,
MAGNO
Wilson Moraes da Silva disse:
fevereiro 18th, 2010
19:04
Jose Domingos, sou torcedor do Ferroviário desde péqueno, acompanhei toda a história. Gostaria de saber onde compro ou mando fazer camisa de futebol do Ferroviário, Colorado etc. Abraços
Adilson Leite disse:
abril 2nd, 2010
20:59
OLa amigo gostaria desa ber se o jaime do time de 66 e o jaime pipino, e se vc sabe ou possui alguma foto dele naquela epoca pois o mesmo reside hj no inter4ior de MT, e é da familia da minha esposa e eu gostaria de homenagealo, foi procurando por dados dele e do FERROVIARIO ESPORTE CLUBE este blog.
qulaquer informacao estou a disposicao….
ficarei grato e feliz em nos comunicarmos.
carlos bostelmann disse:
maio 27th, 2010
11:44
BOM DIA ZE DOMINGOS,CONCORDO COM VOCE QUE O CLUBE ATLETICO FERROVIARIO NÃO DEVERIA TER DESAPARECIDO,O COLORADO NUNCA EMPLACOU,INCLUSIVE O NOME.O MEU PAI,PERCY BOSTELMANN(SERGIO FRAGA)PRESIDENTE DO FERROVIARIO,ACHO QUE FOI 1960 E 1961,EMBORA PARTICIPOU DE TODAS AS REUNIÕES DA FUSÃO,NUNCA CONCORDOU COM O NOME.
PERDEMOS ESPAÇO PARA O CLUBE ATLETICO PARANAENSE,INCLUSIVE O AJUNDANDO A PROJEÇÃO EM 1968,QUANDO EMPRESTAMOS O MADUREIRA E O VILMAR PARA COMPOR UM TIMÃO DO ATLETICO,JUNTO COMO O NILO E CÉLIO DO CORITIBA.
ATUALMENTE SOFRO COM O PARANÁ E ACHO QUE A MELHOR SAÍDA SERIA UMA INCORPORAÇÃO DO CORITIBA AO PARANA,PELA TRADIÇÃO DO NOME,COLOCARIA UM VERMELHO NA CAMISA E SERIA ASSIM O MAIOR TIME DO PARANA E DO SUL QUEM SABE. ABRAÇOS CARLOS BOSTELMANN
carlos bostelmann disse:
maio 27th, 2010
11:54
COMPLEMENTANDO,A CAMISA DO NOVO CORITIBA PODERIA SER VERDE E VERMELHA OU VERDE E AZUL.
COISA PARA FUTURA E SOBREVIVÊNCIA DOS DOIS CLUBES.
TA NA HORA DE VOCE E O MIRANDA VOLTAREM SE NÃO O PARANÁ NUNCA MAIS SOBE PARA A 1ª DIVISÃO
Ricardo Soares disse:
maio 28th, 2010
15:46
O caro sr. Bostelmann até tava muito bem, até sugerir coisa com o Coritiba, mas cada um tem direito a opinar. Sugiro ao caro sr. Bostelmann outra coisa: se o Paraná usasse o mascote do Boca (pode ser junto a Gralha, como vem sendo sugerido), TODA A TRADIÇÃO Boca-negra reviveria, e acho que até o grito de guerra viria no embalo. O que é que custa, nós bocas, absoluta maioria que formou a fusão, merece isso, para que sejamos efetiva e visivelmente representados nela. Essa marca fez do Boca um “Curintia” local, se bem que lhe faltava o que sobra ao Corinthians Paulista: os bons olhos da midia esportiva. Em tempo, dá prá tocar mais seguidamente o hino do Colorado no programa de rádio ?
Jorge Cordeiro de Souza disse:
maio 29th, 2010
17:06
José Domongos, pesquisando no Google a procura de informações sobre o lutador de box Caninin, acabei encontrando no teu Blog, ou site ou coisa que o valha, e li um relato seu sobre o jogo do Coritiba xPalestra Itália.
Eu sou do tempo em que o Palestra treinava la no Bom Retiro, onde hoje é o Supermercado Condor, ali tinha um campo com cazeiro, um espanhol Sr Joaquim (pai do grande jogador Celcinho que jogou muito tempo no União de Bandeirantds, integrou a Seleção Paranaense, pai tb do não menos famoso Julinho), carroceiro, e cuidava do uniforme do Palestra, eu tinha meus 10 anos mais ou menos e gostava de ver os treinos do Palestra.
Celio disse:
junho 5th, 2010
23:01
Fique muito saldoso lendo esse reportagem, uma curiosidade sobre o distintivo do saudoso Clube Atlético Ferroviário voces sabiam que esse distintivo é a frentr de uma locomotiva invertda ou como se diz de ponta cabeça? Um abraço a todos os Bocas Negra, se houver atualizações do site favor me manter informado um abração a todos.Celio hoje morador de Balneário Camboriù SC.
CARLOS BOSTELMANN disse:
junho 7th, 2010
10:23
SR RICARDO SOARES
EVIDENTEMENTE QUE TODOS OS BOCA NEGRAS ESTÃO CHEIOS DE FUSÃO,POIS NA REALIDADE O GRANDE TIME DO “ROLO” FOI O FERROVIARIO,BRITANIA,PALESTRA,PINHEIROS,COM TODO O RESPEIRO,EM MATÉRIA DE FUTEBOL FORAM COADJUVANTES.P O PINHEIROS FOI CAMPEÃO,ASSIM COMO LONDRINA,MARINGÁ,PARANAVAÍ,ETC.TODOS TEM SUA VEZ E CHANCE.
AS CORES DO FERROVIÁRIO ERAM VIBRANTES,GOSTAVA MUITO DA CAMISA TRICOLOR,COLOCAVA RESPEITO.
LEMBRO DO MADUREIRA,HUMBERTO,SARARÁ,AFINHO,PARANÁ,PEDRINHO,NATÁLIO,PAULISTA(GRANDE PESCADOR E AMIGO PESSOAL)OZIRES,E MUITOS OUTROS.EMBORA QUAL QUASE 53 ANOS,NÃO DESGRUDAVA DO MEU PAI E SEMPRE ENTRAVA COMO MASCOTE EM CAMPO.VIAGEI MUITO COM O TIMER.NAQUELA ÉPOCA O MEU PAI TINHA UM CADILAC,LEVAVA UNS OITO,EU NO COLO DO PAULISTA,QUE SEMPRE CUIDAVA DE MIM E DO MEU IRMÃO UM POUCOI MAIS VELHO,O DELY MACEDO E OUTRO QUE NÃO LEMBRO,LEVAVAM O RESTO.ONIBUS QUE NADA,AVIÃO,QUEM DERA…
O MAIOR CLASSICO DO PARANÁ SEMPRE FOI FERROVIÁRIO E CORITIBA,O ATLÉTICO CORRIA POR FORA
LEMBRO DO GRANDE SANFONEIRO, ZÉ PEQUENO,JA FALECIDO, QUE COMANDAVA O REGIONAL DA B2 NO PROGRAMA DE AUDITÓRIO DO MEU PAI SERGIO FRAGA,QUE DIZIA: ATLÉTICO,QUAL?ALGUEM MUSCULOSO?
E NÓS DEMOS BOBEIRA E AÍ AESTAMOS AMARGANDO O TERCEIRO LUGAR NA PREFERÊNCIA E PEDINDO PELO AMOR DE DEUS PARA A TORCIDA COMPARECER.
ABRAÇOS
CARLOS BOSTELMANN disse:
junho 7th, 2010
10:30
WILSO MORAIS DA SILVA,EU COMPREI UMA CAMISA DO FERROVOARIO, NA AVENIDA GETULIO VARGAS,PASSANDO A PRAÇA DO ATLÉTICO A ESQUERDA TEM UMA LOJINHA QUE VENDE CAMISAs DE FUTEBOL,AS VEZES A DIREITA ESTAM PENDURADAS VARIAS CAMISAS,INCLUSIVE DO FERROVIARIO.ACHO QUE PAGUEI R$30,00
ABRAÇOS CARLOS BOSTELMANN
Emerso Storrer disse:
junho 7th, 2010
17:05
Gostaria de ver fotos do time do ano de 1976 c/ o lateral direito Bira, grande lateral e hoje nem se fala dele. se tiver algumas fotos favor enviar.
Obrigado.
Ricardo Soares disse:
junho 7th, 2010
19:13
Sr. Tricolaço, que não gosta de misturar passado com presente. Sabe qual foi uma das grandes jogadas do Sr. Petraglia quando fez a revolução que mudou a historia do time dele ? Implorou aos seus circunstantes: ” – Por favor, dêem-me idéias !!!”. Aí, cercado pelas raposas atleticanas da midia esportiva, recebeu várias sugestões. Uma delas, que criasse uma logomarca parecida com a tida como a mais bela logomarca do futebol brasileiro, a do CAF. Outra sugestão: para se notabilizar, precisaria construir um estádio que marcasse na história, como o Boca fez. Veio a Baixada, meio mas veio. Outra: seria preciso conquistar um titulo de renome, como o Ferroviário fez com a conquista do itulo do Centenário, em 1.953. Outra: o uniforme mais marcante daqui sempre foi o do Boca, com os calções negros, meias brancas e camisa vermelha, que faziam tremer os adversários.Era preciso fazer uma mudança naquela camisa do Flamengo que sempre usaram na baixada. E finalmente, era preciso valorizar as raizes históricas do clube, no caso o Furacão, um time vencedor de 49, apelido que es encontrava completamente esquecido nas gavetas empoeiradas da baixada. O Paraná Clube tem tudo isso, pois como disse o sr. Bostelmann logo ali acima, o Ferroviário era o cara, os demais são coadjuvantes. Como mais de 90 por cento da torcida original que veio junto com o Paraná Clube quando já fez suas primeiras partidas na Vila, é Boca-negra, o apelido é o passado ligado ao presente. Além disso, temos o vinculo original, histórico e tranquilo com os afro-descendentes, diferente dos demais daqui. Em ano de Copa na África, ainda mais com os trens maria-fumaça dos mineiros negros que apareceram no Fantástico de ontem, ficava ainda mais fácil a ligação do nosso passado com o nosso presente. Aliás, é só o que falta ao Paraná Clube para ele voltar a ser o Time do Povo, como o Boca sempre foi. Amigo que atua em segamento de trabalhadores – homens e mulheres – da RM e bairros periféricos, nos contou que lá, mais de 98 por cento dessas pessoas torcem ou por Coritiba ou por Atlético.
carlos bostelmann neto disse:
junho 8th, 2010
10:00
SR RICARDO SOARES,É BOM FALAR COM UM BOCA NEGRA DE VERDADE.A MIDIA ESPORTIVA PARANAENSE SEMPRE TORCEU CONTRA O COLORADO E POSTERIORMENTE AO PARANA CLUBE.EXISTEM VARIOS PROGRAMAS E OS COMENTARISTAS QUANDO NÃO COXAS SÃO ATLETICANOS,NA MAIORIA ATLETICANOS
OS JORNALISTAS BOCA NEGRAS NA MAIORIA FALECERAM ,O ZÉ É UM REMANESCENTE(NÃO ESTOU FALNDO QUE É VELHO,UM POUCO MAIS DO QUE EU QUE TENHO 52 ANOS,MAS SOU MEDICO E NÃO JORNALISTA.POR QUE TIRARAM O ZÉ DA VILA,ACHO PORQUE ELE É BOCA NEGRA.
DEVRERÍAMOS FAZER UM MOVIMENTO DE, JA vi QUE OUTRA FUSÃO,COMO SUGERI NÃO EMPLACARIA,PENSEI APENAS NO FUTURO,DESCULPEM,DEVANEIOS POIS.
DO JEITO QUE VAI O COXA FALECE.
DEVERIAMOS SIM ACABAR COM A EXISTENTE. O CAMPO É NOSSO,PARA QUÊ SEDE SOCIAL?PISCINAS,TEMOS A DA VILA.BRINQUEI MUITO NELA,ERA USADA PELOS ASSOCIADOS E JOGADORES,TERRENO TEM NA VILA PARA OUTRAS COISAS.DEVOLVAM O EFEFANTE DA AVENIDA,NÃO PRECISAMOS E VOLTEMOS COM O CAF
O ZÉ PODERIA LIDERAR TAL MOVIMENTO,JUNTO COM O MIRANDA E SER O PRIMEIRO NOVO PRESIDENTE
ABRAÇOS,MANDE E-MAILS SE QUISER cacenati@gmail.com
carlos bostelmann
Ricardo Soares disse:
junho 8th, 2010
18:24
Mas o Paraná Clube já é uma instituição consagrada. Só que ele fez um grande favor para a dupla atletiba quando deixou de lado a parte melhor de sua origem, que é o vinculo original e embrionário com a raça negra, as locomotivas, etc. Veja o senhor a criação intitulada “los tres inimigos”. São tres simpáticas figuras, identicas, tudo bem. À partir dessa criação, ficamos colocados em posição identica aos demais clubes locais. Nossa origem e nosso mascote representa nosso vinculo com a afro-descendencia, o que sempre nos aproximou do povo, mesmo com a pressão constante, histórica da midia melancia. A “diferença”, sempre nos foi favorável. Mas isso é fácil de consertar, se o CAF voltasse daria enorme confusão, pois já criamos milhares de torcedores junto às novas gerações, à partir de nossos próprios descendentes. O que, como muitos amigos, achamos que falta, é o Paraná Clube assimilar sua inegável origem, o que só lhe trará vantagens. Como ? Acrescentando. como seu mascote, o Boca e mais a maria-fumaça, junto com a Gralha. Se permite, estarei enviando (ói o gerúndio que o chefe odeia) a arte da dupla boca&gralha com trem e tudo, que por si só se explica.
Ricardo Soares disse:
junho 8th, 2010
18:27
Em tempo, falta ainda a última criação, que inclui uma bola de capotão perto do pé do Boca.
Pedro disse:
novembro 6th, 2010
12:22
nada nada messmo vai tomar o lugar do grande esquadrao boca negra. lembro qudo subiamos nos vagoes nos fundos da vila e o manobrista sacaneava e levava todo mundo para perto da ponte preta. legal seria localizar jogadores do ferroviario ainda vivos para contar as glorias do boca negra. o vilmar o zagueirao que veio do rgs parece que ta la em floripa. na minha casa tenho uma arte com o pigmeu gigante que fiz para homenager meu neto que jogou 02 anos nas categorias de base do parana (UI) e fez um goal com a vila lotada. e foi demais para meu coração. abraços pedro guimaraes matinhos…..
Luiz Antonio Cortes disse:
janeiro 21st, 2011
22:58
Sou atleticano, e reconheço que o Ferroviário era uma força do futebol da capital na década de 60.
Infelizmente para o futebol do Paraná(Estado), seus antecedores (Colorado e Paraná) pararam no tempo, abrindo espaço para o Coritiba e meu Furacao.
A volta do Ferroviário seria benéfica para o nosso Estado.
Fanchin Jr disse:
janeiro 26th, 2011
10:35
Sei que muitos pinheirenses não vão gostar, mas posso falar de cadeira porque quando da fusão eu era diretor do Colorado e sócio do Pinheiros. Se o resgate da torcida depende de buscarmos coisas do passado, seja do Colorado ou do Pinheiros, não vejo nada de errado. Já me expressei e confirmo meu pensamento: O Ferroviário tinha sua força no futebol e o Pinheiros na área social. Porque não separmos as duas áreas administrativamente. Teríamos um presidente ligado somente ao futebol e outro ao social. Nosso patrimônio está sendo dilapidado por falta de manutenção e não culpo nenhum diretor e muito menos algum presidente. A verdade é que o futebol se tornou um alto negócio que envolve muito dinheiro enquanto o social tem como objetivo apenas o lazer. Indago: como pode um Presidente estar atendendo um contrato de jogador que envolve milhões e chegar alguém reclamando de que a água da piscina não esta normal ou um membro do bolão vir reclamar que o piso está fora do nível. Não é possível que nosso filão na área social, aluguel para festas, não esteja rendendo o suficiente para manutenção dos salões. Com a div isão certamente teremos ganhos nas duas áreas. No futebol o resgate da torcida afro descendente que sempre foi a força do Ferroviário e depois do Colorado (nome que nunca engoli) e no social o retorno de atleticanos residente nas cercanias da sede da Vila Guaira (outro nome que não consigo enculir é Sede da Kenedy) O que fez ele pelo Brasil? Nunca passou por Curitiba, nem de avião.
Saudações tricolores.
Pedro Alves disse:
janeiro 26th, 2011
14:36
Agradeço a lembrança HILDEBRANDO MAGNO REBELLO FILHO , é realmente verdade a suas citações,
Atualmente moro em Salvador-Bahia, apesar de ja ter sido noticiado em jornais ai de Curitiba a minha morte.
Estou bem vivo e ativo e tomando muita agua de coco.
Abraços,
Jorge disse:
janeiro 26th, 2011
15:11
Olá Pedro Alves!
Lembro-me bem do seu gol no Ferroviário 1, Atlético 0, na Baixada, em 68 ou 69. Foi na trave mais próxima da entrada do estádio.
Foi num domingo ensolarado e houve uma confusão no centro do gramado envolvendo o saudoso presidente Arzua.
O Ferroviário usou uniforme branco, se não me engano.
Saúde e felicidades a você e aos seus!
Ricardo Soares disse:
janeiro 28th, 2011
11:39
Então é o Pedro Alves, mesmo ? Meu Deus, minha primeira grande alegria no futebol, ele mesmo proporcionou. Nunca mais vou esquecer aquela tarde na baixada lotada inclusive de boca tomando toda parte atrás do gol de entr4ada e parte da arquibancada lado esquerdo. Boca todo de branco, um te grande, atacando justo pro gol de entrada sob o olhar atento da galerona boca-negra. Lá por uns 38 do segundo, o atletico com aquela camisa do flamengo, aqueles listrão na horizontal … O Ademir Fragoso, cumpridão, desce pela direita, passa pelo lateral, avança e cruza na área dos pés do Madura, que ameaça chutar, um uhhh !!!!!!!!!! de pavor da galera burro-negra, o goleito deles pula, mas à toa, foi blefe do baixinho. O que ele faz, de fato, é uma roladinha à sua esquerda, por onde entrava na área, no maior pique, um certo PEDRO ALVES QUE MANDOU A BOMBA ! Coador, foi no que virou a rede atleticano, explosão boca-negra, sensacional, que presente de alegria das não muitas que tive na vida, portanto jamais esquecerei. Logo o jogo termina e a massa boca-negra vai saindo, tranquila, feliz, Engenheiros adiante, rumo à Vila, ao Capanema, Cajurú, Cristo Rei, Capão etc. Obrigado, Sr. Pedro Alves, Madura, Fragoso e bocarada em geral.
E os azuis cortam esse barato e fica tudo numa boa ?
valdenilson moreira disse:
agosto 25th, 2011
14:23
nao entendo nada de jogo eu só sei que meu sobrinho entende, e vai fazer historia no clube.
Ricardo Soares disse:
agosto 26th, 2011
18:36
Tricolaço, lá em cima, diz que não se deve misturar passado com presente.
O que acha o amigo que se pretende chamando o atual Atlético de Furacão, remenber 49 ? Foi ruim prá ele ficar conhecido por esse apelido no Brasil inteiro ? Outra: acha que é de graça que de repente um reporter lá da Rádio Globo Rio sempre diz assim: “Vasco joga hoje contra o Atlético Paranaense, o Furacão”. ?
E coxa, velho apelido do Coritiba ?
Noventa e nove por cento dos frequentadores dos jogos do Paraná Clube, feitos na Vila, eram Bocas.
Faltou sensibilidade, jogo de cintura ou sei lá o que aos nossos ícones da midia esportica no sentido de desde o inicio ligarem o Boca, sua torcida, sua historia sua tradição, ao novo clube que emergia do seio (se é que a Vila tem)da Vila.
Ricardo Soares disse:
agosto 26th, 2011
18:41
Hoje, aqui mesmo, apesar da forte tradição,historia, folclore, poucos sabem o que significa Boca. E pouco resultado trará rememorações da historia do Ferroviário, ramo mais (talvez o único)representativo na formação do Paraná.
A estratégia PRECISA SER DIFERENTE. Aaguarda-se pela criatividade para a retomada de nossa origem afrodescendente, clara e fácilmente representada e identificada no mascote Boca.
Bocaeternamente, blog no Google, visite e desculpe nosso desconhecimento técnico, encontramos dificuldades até para inserção de uma série de textos sobre o assunto, veiculados nos últimos anos em jornais da Capital.
Ortiz disse:
agosto 27th, 2011
15:23
Que me desculpem os simpatizantes do antigo Ferroviário, mais essa conversa de que teria sido este o primeiro clube a aceitar os afrodescendentes (para usar o termo politicamente correto)não é de todo verdadeira.
O primeiro clube a fazer isso foi o Britânia, os jogadores em questão chamavam-se Moura e Tatu e integravam a equipe hexacampeã entre as décadas de 10 e 20 do século passado – pelo menos é o que mostram fotografias do extinto “Tigre”, algumas das quais disponíveis no site da FPF.
Aliás, essa é só uma das tantas histórias mal contadas do futebol paranaense, sempre vítima da falta de memória e da eterna tendenciosidade de sua crônica especializada.
juarez disse:
agosto 30th, 2011
20:28
Sou filho do Zéquinha,jogador do Ferroviário que fez o primeiro gol no Pacaembu,emprestado naquele jogo ao Coritiba.Foi muito bom ouvir seus relatos Zé Domingos.Na infância cresci ouvino falar no “Boca Negra”.Meu pai inclusive me levou ao Ferroviário para fazer um teste quando tinha 16 anos.Acabei jogando no Atlético,com o nome de Juarez.Parabéns pelo seu belo relato.
Ricardo Soares disse:
agosto 30th, 2011
21:14
Digamos, então, caro Ortiz, que Britania primeiro, e Boca na sequencia,mesmo porque só se oficializou em 30, e este como prática normal, mantiveram sempre atletas afro em seus quadros. São os dois exemplos emblemáticos locais. So que, quem se notabilizou pela tranquila convivencia foi o Boca, mesmo porque sua história teve continuidade, ao contrário do Britania.
Ricardo Soares disse:
agosto 30th, 2011
21:16
POr certo por isso mesmo sabe-se de uma natural simbiose entre esses dois clubes, com o Britania cedendo atletas e diretores para a concretização do Ferroviário.
Ricardo Soares disse:
agosto 30th, 2011
21:19
E foi desse modo que, quando a última direção do Britania optou pela doação de seu patrimonio, a escolha foi para que isso fosse feito e favor do Ferroviário. Por sinal, outra bela página do futebol paranaense. Pena a mudança de nome, um grande equivoco.
Ricardo Soares disse:
setembro 5th, 2011
12:03
Não é pelo momento
Mas é porque o Paraná errou já de inicio, ao atrair para a Vila, onde foi logo realizando seus primeiros,a torcida boca-negra como massa de manobra, mas ao mesmo tempo impedindo nas arquibancadas, que os Bocas estabelecessem dominio do territorio, como já foi informado nesse espaço valioso.
Vários outros equivocos fundamentais foram cometidos, inclusive o já relatado no tocante ao Pinheirão, que breve será revelado como uma jóia rara, pois o novo dono conta com a simpatia dos meios de comunicação.
Ricardo Soares disse:
setembro 9th, 2011
19:14
Então, não é pelo momento.
Mas, se for para continuar no equívoco, acaba-se rendendo ao que dizia-se por aí, e de vez em quando em linhas ou programas esportivos, de que “aqui, dois clubes já estava bom”.
Bom prá eles, claro,pois a referencia era ao desaparecimento do Paraná Clube.
rodrigo disse:
setembro 30th, 2011
11:19
sr.s concordo que falta identidade ao Parana clube mas descordo q os times que fundaram o parana sejam maiores que o proprio parana.
O ferroviario por exemplo jogou um robertão e não ganhou nenhum jogo;
Pinheiros e colorados somados não dão um terço de jogos dsiputados em nacionais que o parana disputou.
Gente o PARANA CLUBE em apenas 21 anos ganhou 7 paranaenses, foi 4 vezes vice campeão parananese, vice campeão da taça do campeões contra o flamengo 1992, vice campeão da copa sul contra o gremio 1999, disputou comenbol,sulamericana e libertadores da america.
É dono de recordes de publico dos estadio PINHEIRÃO 1999, VILA OLIMPICA 1997 E CAPANEMA 2006
SEMPRE JOGOU DE IGUAL PARA IGUAL COM OS RIVAIS DAQUI
Agora se alguem aqui falar que algum clube que fundou o PARANA CLUBE fez mais do que eu estou confirmando acima EU FICO QUIETO
O passado é saudavel mas os ultimos 21 anos nunhm clube que formou o PARANA CLUBE ganhou mais ou foi competitivo e q o proprio PARANA CLUBE
Então eu concordo o PARANA CLUBE precisa de um nome de guerra pois tricolor tem varios pelo brasil
BOCA seria muito bom mas não entendo porque a torcida não inicia esta campanha, em uma ocasião o narrador marcelo ortiz ( banda b ) narrando um jogo entre PARANA CLUBE e corinthians gritava BOCA 1 RENALDO corinthians zero e o dono da radio mandou ele parar de chamar o parana de boca.
SE A TORCIDA NÃO INICIAR NUNCA VAI ACONTECER
E COM TODA A CERTEZA O PARANA CLUBE É O MAIOR DE TODOS OS QUE SE UNIRAM PARA MOTAR ESTE CLUBE NEM FERROVIARIO,BRITANIA E PINHEIROS CHEGAM AOS PES DO PARANA CLUBE, O COLORADO POR EXEMPLO COITADO NUNCA GANHOU NADA E QUANDO GANHOU AINDA DIVIDIRAM
Ricardo Soares disse:
outubro 5th, 2011
23:28
Nosso objetivo é contar a quem não sabe que a semente mais importante do Paraná Clube vfeio do Boca – Ferroviário.
O Colorado foi um equivoco, pois prá quem sabe, quem conheceu o CAF, tem conciencia de que a mudança de nome para Colorado foi um engaqno imperdoável, mesmo porque o Ferroviário era respeitado inclusive pelas arbitragens (locais. Com o Colorado foi diferente e ao contrário, parece que os que entendem do futebol local sacaram o que significaria a perda daquilo que o Ferroviário representava, que era sua fortissima tradição, com o Colorado a juizada não deu moleza e a midia melancia muito menos.
Ricardo Soares disse:
outubro 5th, 2011
23:29
Simplesmente não permitiram que o Colorado não fosse campeão. Vc. sabia que o Colorado foi o maior vice campeão local de toda a historia do futebol paranaense ?
Ricardo Soares disse:
outubro 5th, 2011
23:31
Quando ele ia finalmente ser campeão, ocorreu oque ocorreu em 1.980. Quem era o presidente da Federação que determinou a divisão do titulo com o Cascavel ? Um, digo, mais um atleticano.
Nem o presidente do Cascavel concordou comm a divisão do titulo, entendendo que o legitimo campaeão deveria naturalmente ser o Colorado.
Ricardo Soares disse:
outubro 5th, 2011
23:34
O Atlético sempre quis tomar o lugar dos Bocas, que representavam o que de mais popular tinhamos no futebol paranaense.
O Atlético queria ser o Boca e quando o Boca foi traido em 68, quando o Atlético foi colocado em seu lugar no Brasileiro, o time da Baixada assumiu uma postura boca-negra, abrindo enfim as portas a jogadores afro-descendentes. Muitas coisas ocorreram naquele absurdo 68, tudo com uma pressão enorme dos meios de comunicação locais.
Ricardo Soares disse:
outubro 5th, 2011
23:35
Já discorremos sobre isso no blog bocaeternamente, do Google.
Ricardo Soares disse:
outubro 5th, 2011
23:39
Cansamos de ler até em colunas sociais locais, bem como numa de piadinhas sem-graça de jornal local, a pergunta sacana: “E voce, torce pro Coritiba ou pro Atlético ? Isso num tempo em que o Colorado lotava a Vila Capanema em seus jogos. Ou seja, nós não existiamos, na verdade, não deveriamos existir.
É por isso que o torcedor do Colorado, tão massacrado que foi, não se orgulha do time que aquela geração acompanhou.
Mas os que viram de perto o Ferroviário, sabem muito bem de quem se tratava, tanto que os oriundos daquele tempo, instados a respeito, mostram imediato entusiasmo por tudo o que o Boca representava.
Ricardo Soares disse:
outubro 5th, 2011
23:42
Nosso objetivo é fazer uma ligação direta entre o passado e o presente. O objetivo não é menosprezar o Paraná Clube, muito pelo contrário, é mostrar o que ele mesmo não fez, que o atual tricolor tem uma origem gradndiosa, mesmom porque a historia do Boca é grandiosa, com futebol, samba, negros, viagens, titulos. E enorme respeito que recebeu da midia local no passado. O Ferroviário representava tradição e solidez.
Ricardo Soares disse:
outubro 5th, 2011
23:44
Porque não podemos fazer isso, quando o Atlético inteligentemente, na era Petraglia, tirou do baú o Furacão, na verdade um time bom mas repleto unica e exclusivamente de branquinhos – olha as fotos e a dúvida some – e o Atlético explorou de modo sensacional o que ? O passado do clube, mesmo que ele fosse represntado por um time de 49.
Ricardo Soares disse:
outubro 5th, 2011
23:47
O Boca, não. O Boca, como temos, trabalhado um pouco, devido falta de tempo, no blog bocaeternamente, é dono de uma historia simplesmente maravilhosa.
Isso foi feito no tópico Raizes Historicas, onde alcançou mais de 21 mil visualizações, coisa que jamais aquele espaço voltou a conseguir.
Ricardo Soares disse:
outubro 5th, 2011
23:48
Só que, por incrivel que pareça, havia forte preocupação de alguns setores no espaço, de que se contasse sobre o passado tão bonito do Paranaá Clube; e acabamos escorraçados de lá.
Ricardo Soares disse:
outubro 5th, 2011
23:50
Enquanto isso o Atlético explora a exaustão seu Furacão, que na verdade não representa nada perto da riqueza historica que antecedeu o Paraná Clube.
Ricardo Soares disse:
outubro 5th, 2011
23:52
Já cansamos de explicar que os clubes que voce citou, Britania, Palestra, Colorado, Pinheiros e Água Verde, foram simples coadjuvantes nessa historia que nos levou ao nosso glorioso Paraná Clube.
A grande e mais representativa semente do Paraná Clube teve seu inicio em 12 de Janeiro de 1930, quando o Boca foi oficializado.
Ricardo Soares disse:
outubro 5th, 2011
23:54
O Boca tem para o Paraná Clube, a mesma importancia qque o Furacão tem para o Atlético. Só que o Atlético explora à exaustão o pouco que tem parfa apresentar. E nós, escondemos e, como voce, desvalorizamos nossa honrosa origem.
Ricardo Soares disse:
outubro 5th, 2011
23:56
Tente, por ex., imaginar o que significou em meados de 20 e 30, um local que congregava jogadores de futebol, mesmo amador, afro-descendentes e trabalhadores das estradas de ferro, numa cidade de forte presença de descendentes de europeus.
Ricardo Soares disse:
outubro 5th, 2011
23:57
Pois esse é o Paraná Clube, ele começou assim, e ali, na Vila, onde joga até hoje.
Será que também poderiamos nos orgulhar de nossa origem ?
Ricardo Soares disse:
outubro 6th, 2011
0:01
Na verdade o objetivo da Galera Boca é mostrar isso. E que o clube integre como mascote o Boca-negra, cuja divulgação e conhecimento é completamente desinteressante aos nossos oponentes.
Imagine o que representará, com a chegada constante de pessoas de fora a Curitiba, mesmo pressionadas a torcerem por Coritiba e Atlético, tomarem conhecimento de um outro time, cujo mascote é um negrinho – que por si só se explica e revela a origem, lá atrás, do outro time local, o Paraná Clube;.
Ricardo Soares disse:
outubro 6th, 2011
0:02
Pois sabe o que isso representa ? O que sempre aconteceu com a Vila: mesmo mediante toda a pressão, os recém-chegados acabavam optando por torcerem pelo time da Vila, especialmente os afro-descendentes, hoje mais de 51 por cento da população brasileira.
Ricardo Soares disse:
outubro 6th, 2011
0:04
E aí, a pergunta que há tempos fazemos: sem o Boca, qual a projeção de crescimento de torcida, comparativamente, entre os tres da Capital ?
Ricardo Soares disse:
outubro 6th, 2011
0:05
Continue visitando e prestigiando o bocaeternamented – raizes historicas, nossa história, a historia do Paraná Clube, o Boca.
Ricardo Soares disse:
outubro 6th, 2011
0:09
De saco pra mala: viu, as obras da baixada iniciadas estratégicamente na lua crescente, pro troço desabrochar e não sofrer solução de continuidade, coisa que o caboclo do interior e até nossas respeitáveis donas de casa e empregadas domésticas tem conhecimento.
Isso mostra que as mulheres voltaram a ser ouvidas no Atlético, como nos bons tempos, quando tudo que ia ser feito tinha que ter a palavra final delas, em especial. Sinais da volta gloriosa do sr. Petraglia, o homem que sabe das coisas e não prega prego sem estopa.
Ricardo Soares disse:
outubro 6th, 2011
0:17
Por essa e por outras é que continuamos curiosos em saber quem sugeriu ao Paraná Clube para que ele mudasse a data das eleições,antes sempre na data de fundação do clube, para vésperas desse dia, o que há quatro anos nos assustou ao termos certeza que a instituição iria passar por situações dificilimas, podendo chegar até à inviabilidade.
Clube do ano 2.000 e que não sabe o que os funcionários mais humildes de muitos deles sabem.
Mas sempre é tempo de mudar isso, dezembro vem aí, informem-se, falem com suas mulheres, diaristas, domésticas. No mais um abraço. Ficamos com o otimismo do seu José Domingos: O Paraná Clube é muito forte – completamos: também, com uma historia tão forte e tão bonita, vamos dar a volta por cima, com certeza. Saudações boca-negras e paranistas.
Ricardo Soares disse:
outubro 6th, 2011
0:21
Ah !, só mais um pitaco: recentemente, no programa Revivendo ou nome parecido, do grande atleticano Ubiratan Lustoza, Rádio Educativa (É Paraná), ele cita uma historia do Sergio Fraga, antiga radialista e dirigente boca-negra: e faz o que boca-negra nenhum da midia faz, não se descobriu ainda porque: faz a ligação direta do Boca com o Paraná Clube, dizendo: Sérgio Fraga, então dirigente do Boca-negra, hoje Paraná Clube. Obrigado, atleticano, por fazer o que ainda não começamos a fazer.
Hélio disse:
outubro 8th, 2011
11:33
PERGUNTAR NUNCA OFENDE:- Desde longo tempo, na qualidade de Antigo Torcedor do GRANDE FERROVIÁRIO, procuro, para COMPRAR, “aquele” símbolo MARAVILHOSO do time. Era um Índio com um osso na cabeça. Com certeza, os antigos torcedores lembram.
Tenho procurado e não encontro.
Meu desejo é o de deixar para meus netos a Lembrança do MARAVILHOSO – SEMPRE AMADO – FERROVIÁRIO.
Agradeço se receber uma resposta.
Hélio
( hgqueiroz@hotmail.com )
Hélio disse:
outubro 12th, 2011
12:41
Tenho recebido (com muito orgulho e satisfação) mensagens do Senhor (ou jovem) James – pelo visto – estudioso (dos bons) dos assuntos relacionados ao Ferrociário, Colorado e Paraná Clube.
É, sem dúvida alguma, pessoa da mais alta linhagem do esporte do Paraná.
Parabéns meu amigo James….Verdade seja dito. E isso faço agora !!!
Abraço a todos (mormente os Torcedores – Eternos – do Ferroviário).
Ricardo Soares disse:
outubro 15th, 2011
19:19
Na verdade nós da Galera Boca sempre sonhamos em passar ao sr. James a elaboração do blog bocaeternamente do Google, justamente devido ao seu amplo conhecimento do assunto BOCA e ao farto material de que dispõe.
Ricardo Soares disse:
outubro 15th, 2011
19:21
Temos dificuldade no manuseio da informática, alguns completo desconhecimento do assunto, mas estamos coesos na constatação da evidente omissão de quem entende do assunto, mostrando claro objetivo de jamais ligar o Boca ao Paraná Clube.
Ricardo Soares disse:
outubro 15th, 2011
19:25
Além da dificuldade, não dispomos de tempo e sobra canseira devido atividades profissionais e pouca folga. Assim, pessoas como James podiam dar sequencia a esse assunto que já trata da dificil e quase inútil existencia da instituição. Não temos qualquer pretensão pessoal, mas única e exclusivamente preocupação pelas consequencias dessa surpreendente omissão.
Ricardo Soares disse:
outubro 15th, 2011
19:27
Na verdade, julgamos essa uma causa perdida. O recente caso da conquista do Pinheirão pelo Coritiba é só um dos pontos em que houve erros sem conserto.
Ricardo Soares disse:
outubro 15th, 2011
19:29
Já foi exposto que historicamente a passagem do ramal ferroviário rumo a Paranaguá sempre foi reduto de torcedores boca-negras, que deixaram seus descendentes residindo em torno das “oficinas da rede”. O crescimento da região nos últimos 40 ou mais anos possibilitou que o Paraná Clube os absorvesse como seus torcedores.
Ricardo Soares disse:
outubro 15th, 2011
19:32
Porisso que em dias de jogos do Paraná no Pinheirão, a Victor do Amaral lotava de camisas tricolores e lembrava as saídas em quaisquer dos grandes estádios brasileiros, inclusive os locais. Inesquecivel a constante visão da avenida lotada de gente, camisas tricolores por todos os lados. Estacionamento farto, condução à vontade aos bairros e vilas próximas, Capão da Imbuia, Bairro Alto, Centenário, Camargo, visão simplesmente espetacular.
Ricardo Soares disse:
outubro 15th, 2011
19:33
As criticas da midia esportiva ao Pinheirão não deveriam ter sido acompanhadas por remanescentes nossos da mesma, que não tiveram visão alguma de que para nós o Pinheirão era ótimo.
Ricardo Soares disse:
outubro 15th, 2011
19:35
Ele era ruim para Atlético e Coritiba, que ali não conseguia ganhar nada da gente. Até que as coisas mudaram, e bandeiras de braços engessados para impedimentos deles, e automáticos para ataques nossos em condição legal, nos tiraram dois titulos.
Ricardo Soares disse:
outubro 15th, 2011
19:36
Não temos pretensão pessoal alguma, apenas alertamos para os inúmeros equivocos, um deles o menosprezo a importancia do Pinheirão para os tricolores.
Ricardo Soares disse:
outubro 15th, 2011
19:38
O olhar tem que se alongar para o futuro. E o futuro, no caso do Pinheirão, é alvissareiro, agora, para a espetacular conquista do Coritiba, que ao que tudo encaminha, tomará conta do antes (aparentemente) menosprezado estádio.
Ricardo Soares disse:
outubro 15th, 2011
19:40
De agora em diante, netos, bisnetos e demais descendentes dos antigos Bocas, serão, óbviamente, coxas, na região historicamente Boca-negra. Isso, os que não forem atleticanos, na sempre incentivada pela midia, rivalidade entre ambos. Coisa de que já vivemos, mas que com o Paraná alguns formadores de opinião preocupam-se em mostrar que não mais existe.
Ricardo Soares disse:
outubro 15th, 2011
19:44
Como não existe, se a rivalidade bocas x coxas e x atlético é outra riqueza historica que deveriamos ter herdado ?
Como explicar a facilidade com que um atleticano, que não tem nada com isso, vai ao seu programa e simplesmente liga o Boca ao Paraná Clube, citando fato ocorrido com dirigente boca-negra, no passado ?
Qual o mistério que impede que isso seja feito pelos nossos próprios Bocas, como um ex-presidente que um dia ouvimos dizer numa entrevista: “mas o Paraná não é o Ferroviário”.
Ricardo Soares disse:
outubro 15th, 2011
19:47
Furacão, Atlético.
Coxa, Coritiba.
Se 99 por cento da torcida que formou o Paraná Clube veio do Boca, mesmo porque ele foi jogar na Vila, tinha vermelho (e só !)e na verdade puxou e usou essa massa para si, porque não somos Boca e não herdamos toda sua história e principalmente, a inequívoca ligação afro-descente, com a força da raça que ela carrega no seu âmago ?
Ricardo Soares disse:
outubro 15th, 2011
19:49
Simplesmente pela omissão dos nossos. Mas, por que ? A quem isso interessaria, senão aos nossos adversários ? E por que essa gente se conformou em jogar no esquecimento (para não dizer outra coisa)tão formidável manancial histórico e popular ?
Ricardo Soares disse:
outubro 15th, 2011
19:51
SEmpre estamos em nosso derradeiro aviso, na expectativa de alguma coisa ainda seja feita, mas a falta disso e a absoluta frieza ante a relevancia natural do assunto causa ainda maior estranheza.
Ricardo Soares disse:
outubro 15th, 2011
19:53
Porisso que já explanamos ser desnecessária a manutenção de mais de dois clubes – e bem sucedidos já temos dois por aqui, declaração que nos bons tempos do Paraná Clube alguns melancias ainda tinham a petulancia de fazer, o que nos causava revolta.
Com os equivocos cometidos, acabamos concordando, mesmo porque perdemos mais duas gerações, após 89.
Ricardo Soares disse:
outubro 15th, 2011
19:57
Ainda ontem, falando com um conhecido e a conversa versando sobre futebol, perguntei pra que time ele torcia e ele saiu com essa: Coritiba, é… Paraná. Respondi: Coritiba ou Paraná ? Não entendi … E ele, é o Paraná acabou, acabaram com ele, agora mudei.
Disse ter sido boca, do Colorado – geração mais recente. A conversa foi longe, inclusive para que ele soubesse o que não lhe foi explicado, a enorme diferença entre Ferroviário e Colorado. A pujança do velho Boca que hoje repousa adormecida no nosso amado araná Clube. Sua paixão pareceu se reavivar, mas até quando ?
Fui.
Ricardo Soares disse:
outubro 15th, 2011
20:00
Ah, só mais uma coisinha: ninguém se engane com uma provável segundona pro Atlético. As mulheres atleticanas e o comandante estão voltando. Com primeira ou segundona, 2012 será o ano atleticano, algo ainda mais espetacular que o fantástico Jofre Carbral iniciou em 68, quando ele começou a transição do pó-de-arroz para um tipo de boca-negra. E o Atlético não parou mais nessa caminhada, caminhando inteligentemente para o que é hoje.
Ricardo Soares disse:
outubro 15th, 2011
20:02
O momento é ruim pra eles, mas passageiro. É prá bem logo uma fantástica reviravolta. Lá os caras enxergam. No momento deram uma bobeira, mas já entenderam para que mãos entregar e o que elas farão. Ninguém segura a dupla.
mauro berti disse:
novembro 4th, 2011
22:24
Fui atleta do boca de 64 a72,e participei desta gloriosa equipe,comandada por hipolito arzua. Onde havia raca e vergonha na cara de todos os que compunham aquele elenco.Poderia escrever um livro sobre tudo que presenciei naqueles anos que la estive.Dificil e comparar as epocas,hoje futebol e so dinheiro. Eo parana clube virou vitrine de jogadores,Infelismente os tempos mudaram,e mudaram para pior. Agradeco este relato de Jose Domingos que recorda a raca boca negra.
Ricardo Soares disse:
novembro 24th, 2011
17:41
De saco prá mala: quantos contra-ataques do Figueira serão desativados no domingo próximo, mesmo não sendo impedimentos ?
Será batido o recorde de oito seguidos do jogo do São Paulo para que o interessado ficasse satisfeito mesmo com um empate ?
Pobre Figueira, pode tirar o cavalinho da chuva, we have know – é assim que escreve ?
Ricardo Soares disse:
novembro 24th, 2011
17:46
E o Paraná, hein, aquele que foi formado pela torcida boca-negra – desde o inicio deletada, não saiu nem no hino ? Há 4 anos avisamos que com o erro das eleições que foi cometido, chegaria a INVIABILIDADE (I’m sorry) – fomos escorraçados do site da torcida, saiu até que tinhamos puxado uma “da boa”. Taí a INVIABILIDADE (I’m sorry) proceis, ceis não sabem nada, tem muito a aprender.
Ricardo Soares disse:
novembro 24th, 2011
17:50
Voltem as origens históricas, enalteçam e prestigiem a origem boca-negra, vinculem isso, as maria-fumaça, os trilhos, a história honrosa que nos levou ao maravilhos e querido Paraná Clube, e a virada virá. Ninguém – ninguém, aqui, tem uma história como a nossa. Ponham lá um azul escuro num canto do uniforme novo, prá acalmar os pinheirenses e esqueçam essa parafernália de Britania e Palestra – que apenas nos doaram patrimonio – e tudo o mais que foi tão mal explicado.
Ricardo Soares disse:
novembro 24th, 2011
17:55
Do Boca ao Paraná – e fim de papo, pois a parafernália tem um único condão – o de desvalorização, origem de quinhentos times. Bem explicado, nem assim é isso que ocorreu, mas já que alguns geniais que já vi se gabarem de confeccionarem uma camisa com toda essa bagunça fizeram a caca, que se pare com isso e deixe tudo bem claro.
Viemos dos Bocas, do Boca, dos negros, dos trabalhadores das estradas de ferro, que já jogavam bola na Vila na década de 1920 – e acordamos em 89 abraçados ao também tricolor Paraná Clube jogando na Vila e lotando o Pinheirão, devido justo às proximidades dos trilhos pela região leste da cidade.
Ricardo Soares disse:
novembro 24th, 2011
18:00
Os Bocas já foram traídos em 71, pois sua torcida lotava a Vila e não tinha idéia que se tramava a mudança do nome sólido e tradicionalissimo para … Colorado. Pois fizeram isso só porque ganharam os patrimonios de Britania e Palestra, que negaram-se a doá-los aos então antipáticos Coritiba e Atlético.
DEpois foi o Colorado, que passou a existencia sendo traido e roubado nas decisões – duvida ? qual time paranaense foi mais vezes vice-campeão no estadual ? Pra quem sabe como as coisas funcionam por aqui, é fácil entender como isso ocorreu.
Ricardo Soares disse:
novembro 24th, 2011
18:03
Agora vem o Paraná Clube sendo sacaneado, inclusive agora onde duvido que se fosse um dos outros dois oponentes, não teria sido levado em conta o ilícito cometido pelo time do litoral.
E o Paraná foi sacaneado em várias decisões, perdeu dois titulos no Pinheirão na base da sacanagem, foi assaltado no 1×6 na baixada e mais infindável coleção de absurdos cometidos contra a instituição e sua torcida. Que continua por aí, esperando uma atitude por quem de direito.
Ricardo Soares disse:
novembro 24th, 2011
18:06
Dia desses, no programa, o co-piloto, tentando se referir a um ex-dirigente ou torcedor boca-negra que faleceu, deu voltas, voltas e evitou o, alí, óbvio uso do termo boca-negra: ” – O fulano, que faleceu, era adepto do Colorado, também do Ferroviário …”. Tão fácil, mas tão perigoso simplesmente falar: O cra era boca, boca-negra !”.
Ricardo Soares disse:
novembro 24th, 2011
18:09
Em tempo, no blog bocaeternamente, do Google, o texto “Surge o Rei dos Trilhos”, foi publicado em jornal há algum tempo, porque os espertos coxas aproveitaram de todas as historias bocas, com trilhos, trens e tudo o mais que vinham sendo divulgados na paranautas e jornais locais, e por terem descoberto uma foto de 1900 e 800, com uma única e hipotetica viagem de trem a Ponta Grossa que os alemães teriam feito, para explorarem à exaustão – inteligentemente – a única coisa parecida de que dispunham.
Ricardo Soares disse:
novembro 24th, 2011
18:11
Aí o texto mostrou como as coisas foram e quem veio dos trilhos, mas até uma viagem de trem a Ponta Grossa – carissima por sinal, só prá elite – já tinha sido feita. Coisa muito bonita, por sinal – prá quem só tinha aquilo mesmo.
Mas, do tricolor , n-a-d-a.
Que mistério será esse ?
Ricardo Soares disse:
novembro 24th, 2011
18:16
Já pensou se a fusão tivesse saído – como tentado – com o Coritiba, e todas (temos uma exceção, felizmente, aqui mesmo no espaço) as celebridades coxas passassem todos esses últimos 22 anos evitando a todo custo o termo COXA-branca ?
Que estranho e desconhecido – prá nós – fato teria motivado essa gente a agir desse modo ? O que aconteceu ali no inicio, que argumento decisivo levaria essa massa formadora de opinião a adotar essa postura ?
Ricardo Soares disse:
dezembro 2nd, 2011
20:27
de saco pra mala, ao final da missa de domingo lembrei de também entrar na fila pra receber o presentinho pelo dia de N.Sra. das Graças, uma medalinha da santinha. Aproveitei para comentar com a freira que distribuía, que a medalha que eu possuía foi junto com o carro que os vida torta levaram, com santinha e tudo. Achando que talvez uma reza da madre me levasse a reencontrar o carro, que a essas alturas deve ter virado nuns outros dez, por aí. Mas a freira me saiu com essa, no sotaque sulino: ” – Pois é, não é que levaram o nosso também ?”.
Mas uns dias antes já tinha me desiludido o suficiente, pois o Pm. amigo, que cuida da área onde trabalho e a quem também tinha pensado em pedir ajuda, me saiu também com essa: ” – Ih, moço, meu golzinho 98 simplesmente desapareceu no mundo, coloquei meus colegas de todos os cantos da cidade atrás dele e nunca mais o vimos”.
Na queixa alguém tinha comentado que tinham sido uns 30 no dia do furto do meu. Aí pensei: se der uns 20 por dia, e deve ser mais, dá 600 veiculos desaparecidos (?) a cada 30 dias, isso só aqui.
Mas, onde vai parar toda essa ferraiada, será ?
iverson disse:
janeiro 25th, 2012
22:32
Boa noite . exelente sua materia, parabens
fiquei sabendo que você tem alguns videos do campeonato de futebol de areia do conjunto gralha azul. gostaria de saber alguma coisa sore esse campeonato. obrigado.